Uso seguro de substâncias químicas: O Alumínio e seus riscos à saúde humana

O alumínio e seus compostos estão contidos em vários alimentos e produtos destinados ao consumidor. Nos alimentos, os compostos de alumínio podem ocorrer naturalmente ou como parte dos aditivos alimentares. Além disso, os íons de alumínio podem, sob certas condições, ser transferidos para alimentos por meio das embalagens de alimentos e uso de talheres.

Além dos alimentos, o alumínio também pode ser encontrado em produtos cosméticos e de higiene como por exemplo: cremes dentais, batons (pigmentos coloridos), filtros solares e antitranspirantes.

Cientes disso, o Instituto Federal Alemão de Avaliação de Risco (Bundesinstitut für Risikobewertung - BfR) apresentou alguns dados e levantou algumas questões sobre a importância de conhecer o composto químico alumínio e entender os riscos que este elemento pode trazer à saúde humana.

  • O que é alumínio?

O alumínio (Al), cujo número atômico = 13, é um metal leve e é o terceiro elemento mais comum na crosta terrestre. Sendo o elemento metálico mais abundante na crosta terrestre, ocorre naturalmente no ambiente como silicatos, óxidos e hidróxidos, combinado com outros elementos, como sódio e flúor, e complexados com matéria orgânica. Além disso, é liberado no meio ambiente por outros meios, como, por exemplo, por meio de processos industriais ou oxidação de componentes de construção.

  • Quais são as vias de exposição?

Os humanos ingerem alumínio por meio de alimentos e água potável. Também pode ocorrer a absorção por meio de produtos cosméticos, produtos para higiene pessoal e medicamentos. Além disso, a exposição também pode ocorrer via produtos que contêm alumínio (como por exemplo: embalagens para alimentos, pratos e talheres).

  • Quais são os riscos à saúde que a ingestão de alumínio representa?

Ao considerar o potencial de risco do alumínio, o foco está nos efeitos no sistema nervoso, no desenvolvimento mental e motor das crianças, bem como nos efeitos negativos nos rins e nos ossos.

Quando o alumínio é ingerido, via alimento, sua toxicidade aguda é baixa.

Em pessoas saudáveis, a maior parte do alumínio absorvido é excretado pelos rins. No entanto, em pessoas que sofrem de problemas renais, esse processo de excreção não funciona bem o suficiente, o que ocasiona um acúmulo do alumínio no corpo.

Mesmo assim, é importante destacar que, mesmo em pessoas saudáveis, o metal leve pode se acumular no corpo (se for absorvido com frequência e regularmente) especialmente no sistema esquelético, músculos, rins, fígado e cérebro. Uma vez "armazenado" no corpo, o alumínio será excretado lentamente, o que pode representar riscos à saúde humana.

Além disso, o alumínio pode ser armazenado no corpo por muito tempo e pode atravessar a placenta. Portanto, em mulheres grávidas, o feto também corre o risco de ser exposto às concentrações elevadas de alumínio durante a gravidez. Dessa maneira, da perspectiva do BfR, qualquer ingestão de alumínio de uma fonte evitável de exposição por um longo período de tempo deve, portanto, ser avaliada por mulheres jovens.

  • Quais níveis de ingestão de alumínio são seguros?

A ingestão semanal tolerável (TWI) é a ingestão máxima de substâncias nos alimentos, como nutrientes ou contaminantes, que podem ser consumidos semanalmente ao longo da vida sem risco de efeitos adversos à saúde.

Em 2008, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) obteve um TWI de 1 mg/kg de peso corporal por semana. Já em 2012, o JECFA (Comitê Conjunto de Especialistas em Aditivos Alimentares), da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), e a OMS (Organização Mundial da Saúde), da Organização das Nações Unidas (ONU), obteve um TWI provisório de 2 mg/kg de peso corporal por semana.

  • Por que o alumínio está contido nos alimentos?

Como o alumínio é naturalmente o terceiro elemento mais comum na crosta terrestre, ele é encontrado até mesmo em alimentos não processados. Além disso, alguns compostos de alumínio são usados ​​como aditivos alimentares. Fontes adicionais são embalagens de alimentos e utensílios de cozinha feitos de alumínio, a partir dos quais os íons de alumínio podem ser transferidos para os alimentos.

  • Em que quantidades o alumínio é encontrado nos alimentos?

De acordo com um estudo atual do BfR, alimentos processados ​​e prontos para consumo contêm em média menos de 5 mg/kg de massa fresca. Poucos alimentos contêm mais de 20 mg/kg de massa fresca. Deve-se notar que produtos menos contaminados podem levar a uma alta absorção pelo corpo, se grandes quantidades forem consumidas.

  • O que posso fazer para reduzir minha ingestão de alumínio?

No caso dos alimentos, o risco potencial para os consumidores pode ser reduzido levando-se em consideração a recomendação geral sobre alternativas e variedade ao selecionar os alimentos. Desta forma, pode-se prevenir a exposição parcial a uma variedade de substâncias potencialmente nocivas, cuja ocorrência isolada deve ser esperada nos alimentos.

O uso impróprio de folhas de alumínio, bandejas de grelha de alumínio ou bandejas e pratos de alumínio não revestidos também pode levar a uma taxa comparativamente alta de absorção de alumínio. Portanto, seu uso inadequado deve ser evitado pelos consumidores.

Também vale destacar que, tendo em vista o aumento da solubilidade do alumínio sob a influência de ácidos e sais, não é recomendado que este entre em contato com alimentos que possuam tais características. Ou seja, folhas de alumínio não devem ser usadas para embrulhar alimentos azedos/ ácidos ou salgados (como por exemplo: maçãs cortadas, tomates, ruibarbo e arenque salgado, peixe marinado ou queijos). Sendo este, o mesmo motivo com que auxilia na transferência do composto alumínio a partir de embalagens, pratos ou talheres.

  • É possível que o alumínio seja transferido para os alimentos ao aquecê-los em bandejas de alumínio?

A transferência do alumínio da bandeja para o alimento é possível se for uma bandeja de alumínio não revestida. No entanto, a quantidade depende de muitos fatores, como o teor de sal ou ácido do alimento e a temperatura e o tempo de armazenamento na bandeja de alumínio.

Entretanto, a transferência do alumínio para os alimentos pode ser evitada, por exemplo, usando bandejas de alumínio revestido para cozinhar e resfriar ou usando bandejas feitas de outros materiais.

  • Quais produtos cosméticos ou de higiene pessoal podem conter alumínio?

O alumínio pode estar contido em cremes dentais que apresentam o efeito "branqueador". Os sais de alumínio, como o cloridrato de alumínio, são predominantemente usados ​​em antitranspirantes, graças ao seu efeito antitranspiração. Compostos de alumínio também são usados ​​como revestimento para nanopartículas em protetores solares, ou como pigmento de cor em batons. Por fim, o fluoreto de alumínio pode ser encontrado em pastas de dente.

  • O que são antitranspirantes e por que o alumínio é usado em antitranspirantes?

“Antitranspirantes" são produtos cosméticos com efeito antitranspiração e estão disponíveis como roll-ons, bastões, cremes ou aerossóis (sprays). São diferentes dos desodorantes (que não contêm alumínio).

A maioria dos antitranspirantes contém ingredientes ativos com efeito desodorizante e, além de atuarem contra as bactérias, possuem os compostos de alumínio, responsáveis por garantir o efeito antitranspirante.

Este efeito “antitranspiração” ocorre pois os poros da pele se contraem ao entrar em contato com o alumínio. Além disso, forma-se um complexo de proteína gelatinosa de alumínio que bloqueia temporariamente as extremidades dos dutos de suor.

Recentemente, o BfR publicou um estudo que afirma que, de acordo com o conhecimento científico atual, os antitranspirantes com cloridrato de alumínio podem ser usados ​​diariamente, não representando um risco para a saúde dos consumidores. Este estudo pode ser acessado clicando aqui.

  • Existe uma conexão entre a ingestão de alumínio e a doença de Alzheimer?

Apesar de vários estudos tentarem estabelecer uma conexão entre a absorção de alumínio e a doença de Alzheimer, ainda não foram encontraram evidências claras. De acordo com as informações atuais, uma conexão é improvável. Portanto, o BfR afirma que uma avaliação final ainda não é possível devido à situação de dados inconsistentes.

  • Existe uma relação entre o uso de antitranspirantes que contêm alumínio e o câncer de mama?

Até agora, não foi possível fornecer evidências científicas de uma relação causal entre o uso de antitranspirantes que contêm alumínio e o desenvolvimento de câncer de mama. Os dados existentes são inconsistentes e, em alguns casos, contraditórios. Ainda há necessidade de pesquisas adicionais. Segundo o BfR, de acordo com o conhecimento atual, é improvável que o uso de antitranspirantes contendo alumínio leve ao desenvolvimento de câncer de mama.

  • É melhor grelhar alimentos com ou sem bandeja de alumínio/ em folha?

A transferência de compostos de alumínio para a comida também é esperada ao grelhar alimentos em uma bandeja de alumínio.

Por outro lado, as bandejas de alumínio são utilizadas para evitar que a gordura goteje nas brasas e, portanto, para prevenir o desenvolvimento de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs) cancerígenos. Visto sob este aspecto, o uso de bandejas/ folhas de alumínio para grelhar carne é justificável.

No entanto, recomenda-se que a carne grelhada só deve ser salgada e temperada depois de cozida. As alternativas são bandejas para grelhar feitas de outros materiais (como por exemplo: aço inoxidável ou cerâmica).

  • Posso continuar a usar panelas/ panelas de pressão de alumínio?

Desde que sejam revestidos, sim. Caso contrário, não é recomendável o preparo ou o armazenamento de alimentos salgados ou ácidos.

  • Devo evitar máquinas de café expresso, cápsulas de café expresso e frascos térmicos de alumínio?

Segundo o BfR, não há razão para desaconselhar a utilização das máquinas de café expresso. Entretanto, recomenda-se que os consumidores evitem limpá-las em máquinas de lavar louça, uma vez que estudos conduzidos demonstraram que, quando máquinas de café expresso são limpas na máquina de lavar louça, a camada protetora responsável por reduzir a transferência de alumínio para a bebida pode ser removida, afetando a proteção, e levando a um aumento da liberação de alumínio durante o uso subsequente.

Já as cápsulas de café expresso em alumínio e/ ou com tampa de alumínio são revestidas no interior. Isso significa que nenhuma transferência de alumínio para a bebida é esperada.

Quanto aos frascos térmicos de alumínio, tanto quanto o BfR sabe, estes também são feitos de forma que as partes que entram em contato com o líquido não sejam de alumínio.

Toxicidade do Alumínio

Ciente das considerações acima, elucidamos abaixo os principais efeitos adversos que o alumínio pode causar no organismo humano:

  • EFEITOS NEUROLÓGICOS:

A Encefalopatia da diálise (síndrome neurológica degenerativa), foi observada em pacientes que se submetiam à diálise e que foram expostos a uma altíssima concentração de alumínio em dialisato e aglutinantes de fosfato contaminados. Vale mencionar que, neste caso, alterações em procedimentos de diálise eliminaram a ocorrência de novos casos.

Além disso, acredita-se que há uma relação entre o possível papel do alumínio no desenvolvimento e na progressão da doença de Alzheimer, além de outros possíveis efeitos neurotóxicos que poderiam contribuir no declínio da função cognitiva com a idade. Entretanto, tais informações ainda são debatidas pela ciência. Estudos recentes que investigaram se existe uma ligação entre concentração de alumínio na água potável e a doença de Alzheimer mostraram resultados inconclusivos. Portanto, considerando todas as fontes de evidência relacionadas especificamente à doença de Alzheimer, o peso da evidência atual não dá sustentação à hipótese de o alumínio exercer um papel primário como causa desta condição. O papel potencial do alumínio em outras doenças que envolvam o declínio cognitivo está sob investigação ativa. E, até o momento, não existem evidências claras de que tais efeitos sejam causados pelo alumínio.

É interessante citar que um estudo padronizado publicado em 2010 demonstrou efeitos neurológicos leves em ratos expostos a altas concentrações de alumínio. Estes efeitos foram observados somente em exposição a uma concentração de alumínio de milhares de vezes ao que normalmente pode ser encontrado na água potável tratada e na alimentação. Portanto, com base na literatura científica disponível, pode-se afirmar que os efeitos neurotóxicos não são esperados para os níveis de exposição da população geral ao alumínio.

As exposições de trabalhadores ao alumínio são controladas por padrões legais (No Brasil, esses padrões são representados pelos “Limites de Tolerância”). O peso da evidência que é fortemente influenciado por estudos recentes na área ocupacional não dá suporte ao risco de alteração neurológica para os trabalhadores expostos ao alumínio disperso no ar, ou a poeiras de óxido e de hidróxido de alumínio nos ambientes de trabalho, que obedeçam aos limites legais.

  • EFEITOS NOS OSSOS:

Estudos demonstraram que o aumento excessivo de alumínio nos ossos provoca uma síndrome, chamada de Aluminium Induced Bone Disease – (AIBD) caracterizada por dois tipos de expressão, a osteomalácia e a doença óssea adinâmica – Adynamic Bone Disease (ABD). Entretanto, até hoje não está completamente esclarecido o mecanismo de ação que dá origem as desordens ósseas.

A osteomalácia é responsável por causar dores nos ossos, fraturas patológicas, miopatia proximal além de não responder a terapias com a vitamina D. O acúmulo de alumínio nos ossos pode levar a uma osteodistrofia e fraturas podendo aparecer antes ou durante a síndrome de demência da diálise.

  • EFEITOS SOBRE OS PULMÕES:

Não existem evidências para se acreditar que a poeira do alumínio possa ter um efeito fibrogênico. Quando não controlado adequadamente, várias substâncias químicas dispersas no ar das salas de cuba podem contribuir para os efeitos irritativos nos pulmões. Neste caso, as evidências apontam para o papel das substâncias que contenham fluoretos ou dióxido de enxofre.

É interessante destacar que há evidência disponível que sugere que o óxido e o hidróxido de alumínio se comportam como “poeiras incômodas” sob as condições atuais de exposição ocupacional controlada. Entretanto, resultados de estudos realizados em ambientes de trabalho não demonstram a existência de reações alérgicas ou sensibilizações, resultantes da exposição aos compostos de alumínio. O peso da evidência, apoiado em resultados negativos em estudos de sensibilização cutânea em animais sugerem um potencial de sensibilização muito pequeno para a poeira do alumínio metal, do óxido e do hidróxido de alumínio, em exposições por inalação.

  • EFEITOS IMUNOLÓGICOS E ALÉRGICOS:

O alumínio pode provocar alergias ou hipersensibilidade posterior à vacinação ou dessensibilização de pacientes.

  • EFEITOS HEMATOLÓGICOS:

Os indicadores da ação tóxica do alumínio sobre o sistema hematopoiético são: anemia microcítica, hipocrômica ou a diminuição do número de hemácias. O aumento da protofilina eritrocitária no sangue funciona como um indicador mais sensível as exposições ao alumínio. No caso da anemia microcítica hipocrômica, observa‑se que esta acomete indivíduos com insuficiência renal crônica em níveis sérios de alumínio superior a 100µg/L. No caso, este problema é reversível após suspensão da exposição juntamente com o tratamento com o agente quelante deferoxacina.

Além disso, Neiva (1996) observou que o efeito do alumínio foi capaz de promover a agregação plaquetária em indivíduos saudáveis.

  • EFEITOS NO SISTEMA CARDIOVASCULAR:

A grande maioria das hipertrofias cardíacas proveniente de pacientes hemodialisados podem estar relacionadas com a absorção do alumínio pelo organismo.

As células do miocárdio podem armazenar alumínio nos lisossomos, e, por isso, têm se associado o acúmulo do alumínio no miocárdio ocasionando cardiomiopatias, devido à elevada prevalência de arritmia e morte repentina em pacientes em uso de hemodiálise. O alumínio em alguns momentos pode interferir com a secreção de paratormônio (PTH) produzindo um efeito direto sobre a glândula paratireoide a inibindo.

Além disso, estudos indicam que o alumínio pode também exercer efeitos sobre outros sistemas como o hepatobiliar, endócrino e reprodutor, porém as informações são ainda insipientes.

  • EFEITOS SOBRE A FERTILIDADE:

O peso da evidência, incluindo considerações sobre a biodisponibilidade e resultados de estudos com animais, não indica efeitos sobre a reprodução.

  • EFEITOS EM CRIANÇAS E NOS FETOS EM DESENVOLVIMENTO:

O peso da evidência, incluindo considerações sobre a biodisponibilidade e resultados de estudos com animais, não indica efeitos sobre a reprodução.

  • CÂNCER:

O peso da evidência advindo de estudos com animais de laboratório, seres humanos e in vitro não dão suporte ao risco de câncer em seres humanos expostos ao alumínio metal, óxido ou dióxido de alumínio, por via oral, inalatória ou cutânea. Por outro lado, o processo “Produção de alumínio” foi classificado pelo IARC como Grupo 1 (carcinogênico para os seres humanos). Entretanto, isto não significa que o alumínio sozinho seja o agente responsável. Para o efeito carcinogênico, a evidência dá suporte ao papel das substâncias conhecidas como o hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAHs) presentes no ambiente de trabalho.

Além disso, é importante mencionar que o peso da evidência obtido de vários estudos epidemiológicos não dá suporte à associação entre câncer de mama e anti-perspirantes contendo alumínio. O peso da evidência, incluindo considerações sobre a biodisponibilidade e resultados negativos dos recentes estudos padronizados, tampouco dão suporte à existência de riscos mutagênicos ou genotóxicos em humanos expostos à poeira do alumínio, do óxido e do dióxido de alumínio, por via respiratória.

  • OUTROS EFEITOS:

Há raros relatos de casos sobre a sensibilização pelo alumínio, após a exposição da superfície da pele. Entretanto, um estudo padronizado em animais de laboratório expostos ao hidróxido de alumínio foi negativo, assim como no estudo patrocinado pela indústria em que o óxido de alumínio era estudado. Desta forma, o peso da evidência sugere um potencial de sensibilização limitado para a poeira do metal alumínio, óxido e hidróxido de alumínio em pele exposta.

REFERÊNCIAS:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO ALUMÍNIO (ABAL). Sustentabilidade: Alumínio e Saúde. Disponível em: https://abal.org.br/sustentabilidade/aluminio-e-saude/exposicao-ao-aluminio/. Acesso em: 11 set. 2020.

BUNDESINSTITUT FÜR RISIKOBEWERTUNG - BFR. FAQs about aluminium in food and products intended for consumers. Disponível em: https://www.bfr.bund.de/cm/349/faqs-about-aluminium-in-food-and-products-intended-for-consumers.pdf. Acesso em: 31 ago. 2020.

LOOS, R. et al. Riscos Relacionados à Intoxicação por Alumínio. Infarma, S/L, v. 24, n. 1-3, p. 120-124, 2012.