Toxicologia: Projeto restringe uso de praguicidas no País
Os praguicidas são definidos como: “produtos e os agentes de processos físicos, químicos ou biológicos, destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou implantadas, e de outros ecossistemas e também de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna, a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos” (Lei Federal 7.802/1989)”.
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Lançamento do Guia de potabilidade para substâncias químicas
A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Seção São Paulo, realizou no dia 12/12/12 o lançamento do Livro Guia de Potabilidade para Substâncias Químicas, título que teve como objetivo: “Oferecer subsídios técnico-científicos para que os setores de Saúde, Meio Ambiente, Saneamento, Recursos Hídricos, Agências Reguladoras, Ministério Público e entidades privadas possam iniciar uma discussão sobre o complexo processo de priorização de substâncias químicas a serem regulamentadas no Estado de São Paulo, critérios a serem adotados, limitações tecnológicas e ferramentas para proteção da saúde de populações que consomem águas fora dos padrões de potabilidade ou oriundas de áreas contaminadas”.
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TOXICOLOGIA: Abuso de “agrotóxicos”
“Agrotóxicos”, nome popularmente dado aos praguicidas – são definidos como: “produtos e os agentes de processos físicos, químicos ou biológicos, destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou implantadas, e de outros ecossistemas e também de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna, a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos” (Lei federal 7.802/1989) e são amplamente empregados, em escala mundial, no combate ao crescimento de diversos tipos de pragas.
Há riscos na Comunicação de Riscos?
Em muitas matérias sobre tragédias ambientais (naturais ou antropogênicas) ocorrem ruídos na comunicação que prejudicam as ações das agências de proteção e de saúde junto ao público. Poucos sabem, mas se existe uma forma de minimizar os riscos em incidentes e acidentes (ambientais, químicos e/ou tecnológicos) através da mudança de atitudes da população, esta certamente vem da efetiva Comunicação de Riscos.
Diretor da Intertox ministra palestra sobre normas ABNT-NBR 14725 e NBR 16725
O Diretor de Risco Toxicológico da Intertox, Fabriciano Pinheiro, apresentou a palestra “ABNT-NBR 14725 e NBR 16725 Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente Rotulagem e FISPQ (Produtos) e FDSR (Resíduos) Químicos”, em 2 de outubro de 2012, na sede do Sinproquim, São Paulo, Capital.
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