Skip to main content

Intertox

Protocolo de Nagoya

O Protocolo de Nagoya sobre Acesso a Recursos Genéticos e a Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Advindos de sua Utilização (ABS) é um acordo complementar à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). Ele oferece uma estrutura legal transparente para a implantação efetiva de um dos principais objetivos da CBD: a repartição justa e equitativa de benefícios advindos da utilização de recursos genéticos. Foi adotado em Nagoya, Japão em Janeiro de 2012, depois de seis anos de negociações e está agora em fase de ratificação.

Continuar a ler “Protocolo de Nagoya”

Biologia da Conservação – o conceito de população viável mínima

Por décadas a biologia da conservação se baseando no conceito de população viável mínima – menor tamanho de população isolada com alta probabilidade (>90%) de persistir nos próximos 100 anos – tem evitado a aplicação de recursos em populações muito pequenas e fragmentadas já que os fundos disponíveis para a Conservação são limitados. Os estudos de viabilidade populacional permitem fazer uma triagem entre as espécies mais ameaçadas de extinção, de modo a que se invistam todos os esforços naquelas que têm maior probabilidade de sobreviver atingindo a dimensão padrão da população mínima viável.

Continuar a ler “Biologia da Conservação – o conceito de população viável mínima”

Resíduos químicos: classificação e comunicação de perigo

Diariamente são gerados diversos resíduos químicos perigosos em mais variados processos e setores industriais. Neste cenário, é de extrema importância transmitir informações ao receptor referente informações relativas à proteção, segurança, saúde e o meio ambiente, além de adotar medidas adequadas de tratamento e disposição dos mesmos. 

Continuar a ler “Resíduos químicos: classificação e comunicação de perigo”

DNA como arquivo de informações digitais

Em artigo publicado na revista científica Nature, uma equipe britânica relata a codificação e inserção de um texto científico, uma foto, sonetos de Shakespeare e um trecho do famoso discurso “I Have a Dream” (Eu tenho um sonho), do líder negro norte-americano Martin Luther King, em filamentos de uma molécula de DNA produzidos artificialmente. Posteriormente a informação foi decodificada e “lida” com 100% de precisão.

Esta não é a primeira vez que o DNA é usado para armazenar informações guardadas rotineiramente em computadores. No ano passado uma equipe americana publicou na revista científica Science os resultados de um experimento parecido, quando um livro inteiro foi arquivado em DNA.

Continuar a ler “DNA como arquivo de informações digitais”