A Lei Seca e o uso de drogas no trânsito
Desde a promulgação da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, fica claro em seu artigo 165 a proibição de “Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica”. As Leis 11.275, de 7 de fevereiro de 2006 (conhecida como “Lei seca”) e 12.760, de 20 de dezembro de 2012 alteraram redação de artigos no sentido de tornar mais rígidos os controles e coibir a “Direção perigosa” relativa ao uso de álcool e outras substâncias (drogas) que modificam estado de consciência e consequentemente comprometem o ato de dirigir. A Lei sempre referiu álcool e substâncias psicoativas.
Guerra Química e Biológica
A guerra química consiste no emprego de agentes químicos com a finalidade de matar, ferir ou incapacitar inimigos em guerras militares, civis, terrorismo entre outros. A guerra biológica emprega agentes biológicos que podem ser microorganismos ou toxinas produzidas por estes, com potencial em provocar doenças e/ou morte em seres humanos.
O emprego destas armas é descrito desde os primórdios até os dias atuais, como o possível uso de armas químicas pela Síria em dezembro de 2012, ou o envio em 2001 de cartas contaminadas com agente biológica, o que provocou o desespero na população norte-americana e alerta ao mundo. Assim, o uso de tais agentes permanece sendo uma ameaça à população mundial.
Aproveitamento agrícola de lodo de esgoto
O Diretor da Intertox Dr. Marcus da Matta, participou no dia 27 de fevereiro de 2013 da comissão julgadora do exame de qualificação de Mestrado, da aluna Maraline C. K. Zanatta, intitulada “Caracterização da toxicidade de lodos de estação de tratamento de esgoto com vistas a sua aplicação agrícola”, na Faculdade de Tecnologia da Universidade Estadual de Campinas (FT-UNICAMP).
Intertox ministrará treinamento sobre resíduos perigosos: classificação (ABNT-NBR 10004 e transporte) e elaboração de FDSR e rotulagem (ABNT-NBR 16725)
Diariamente são gerados diversos resíduos químicos perigosos em mais variados processos e setores industriais. Neste cenário, é de extrema importância transmitir informações ao receptor referente informações relativas à proteção, segurança, saúde e o meio ambiente, além de adotar medidas adequadas de tratamento e disposição dos mesmos.
A preocupação em conhecer os perigos dos resíduos químicos e os transmitir aos profissionais possivelmente expostos, resultou na elaboração, dentre outras, da norma NBR 16725 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), publicada em janeiro de 2011. Este instrumento legal apresenta instruções para elaboração de rótulo e Ficha com Dados de Segurança de Resíduos químicos (FDSR), que constituem instrumentos para que o gerador disponibilize informações essenciais sobre os perigos relacionados aos resíduos que produz e destina, considerando os diversos cenários de exposição, como durante o transporte, manuseio, armazenagem e procedimentos em caso de emergência. A aplicação desta norma entrou em vigor no dia 06/07/2012.
Brasil terá novo Inventário Florestal até 2016
Depois de trinta anos do primeiro inventário florestal nacional, o governo brasileiro anunciou que deve fazer um levantamento detalhado sobre suas florestas. O primeiro e único Inventário Florestal Nacional do país é da década de 1980, e teve como principal foco o monitoramento dos estoques de madeira das florestas. O plano atual é coletar informações sobre tipos de árvores existentes, qualidade dos solos, áreas degradadas e estoque de biomassa.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, destacou que o novo documento será mais amplo e comprometido com a sustentabilidade. “O objetivo é gerar uma lógica de exploração sustentável, com emprego, desenvolvimento regional e proteção ambiental.”
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