Os desafios da segurança do trabalho na era da tecnologia

Mesmo com todo desenvolvimento tecnológico que ano após ano vem ganhando espaço e sendo inserindo nos ambientes de trabalho (fábricas, laboratórios, industrias, e principalmente em escritórios) é comum notar que tais avanços não são acompanhados de maneira parelha no que diz respeito a EHS (Environmental, Health and Safety) que se refere às áreas de Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente. O custo com a manutenção dessas áreas e o investimento em melhorias ainda é visto por muitas empresas como um gasto e não como um investimento.

Parte desse problema tem origem em questões complexas, como a alta carga tributária e a burocratização de processos que criam travas e dificuldades para que novos investimentos sejam feitos, além disso, constantes mudanças em diretrizes normativas (leis, portarias, decretos e outros) causam grande insegurança jurídica e a retração na adoção de melhorias que poderiam ser implementadas caso houvesse uma melhor organização nos elementos regulatórios. Se não bastasse isso, a cultura de Segurança e Saúde Ocupacional (SSO), infelizmente, ainda não é amplamente difundida e compreendida por muitas empresas, principalmente em alguns segmentos específicos, em todos os seus níveis hierárquicos (direção > < operação).

Se pensarmos no contexto de ROI (Return on Investment - que pode ser definido como a taxa de conversão monetária do quanto de retorno é obtido pela empresa através de cada real aplicado), empresas que investem em SSO tendem a ter um retorno notório, seja na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, seja na diminuição e na resolução de passivos trabalhistas, seja no reconhecimento dos funcionários gerando um ambiente mais agradável e produtivo (possível de se medir por meio de pesquisas de satisfação), ou ainda, através da valorização da marca frente ao mercado, conquistando maior credibilidade junto aos clientes.

Ainda que os recursos tecnológicos sejam elementos fundamentais para o desenvolvimento dos negócios, não existe ferramenta mais efetiva do que a correta e adequada qualificação dos trabalhadores, para que estejam sempre engajados e comprometidos com os KPIs (Key Performance Indicators) que são os “guias norteadores de resultados” das empresas. Por esse motivo, os investimentos em Segurança devem ser encarados pelas empresa como uma poupança, pois, o retorno a médio e longo prazo é certo!

Nada substitui o conhecimento, a habilidade e a sensibilidade humana, ou seja, não basta haver um recurso de última geração com tecnologia de ponta embutida, se não houver um profissional bem qualificado e motivado a ponto de compreender que estamos na era das constantes mudanças, onde a cada ciclo de 5 anos muitos dos nossos conhecimentos se tornam obsoletos, dando espaço para as inovações, esse é o século XXI, era da informação!

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Diogo Domingues Sousa

Engº de Segurança do Trabalho