Toxicologia ambiental: Derramamento de arsênio e metais pesados

O portal Ambiente Brasil noticiou esta semana que a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (USEPA, na sigla em inglês) acabaram acidentalmente liberando rejeitos tóxicos, particularmente arsênico e metais pesados, em um afluente do Rio Animas, quando tentavam drenar e tratar a água da mina abandonada. Esses rejeitos, a partir do contato com o organismo humano, podem representar diferentes riscos à saúde. Esses riscos podem ser imediatos, como também podem ter efeitos nocivos em médio ou longo prazo, visto que sua contaminação é progressiva e cumulativa.
Após em contato com o organismo humano os rejeitos se comportam da seguinte forma:

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Assuntos Regulatórios: ANVISA publica nova Resolução referente às Boas Práticas de Fabricação de medicamentos

No último dia 05 (quarta-feira), foi publicado no Diário Oficial da União a RDC n° 33, que altera o artigo 252 da RDC n° 17, de 16 de abril de 2010 e dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos.

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Assuntos Regulatórios: Primeiro medicamento impresso em 3D é aprovado nos EUA

Depois de anos de muito estudo, a empresa farmacêutica americana Aprecia Pharmaceuticals anunciou a aprovação pelo FDA (Food and Drugs Admnistration) do seu primeiro medicamento impresso em 3D: o Spritam (levetiracetam), um comprimido solúvel indicado para o tratamento de epilepsia em crianças e adultos que sofram de algum tipo de convulsão causada pela doença. A Aprecia utilizou a tecnologia 3D ZipDose que conta com doses pré-mensuradas.

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Toxicologia ambiental: Brasil controlará uso de mercúrio no País

Esta semana o Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou o projeto que terá, até 2017, o diagnóstico preciso da situação atual do mercúrio no país, em especial um inventário de emissões e liberações. O documento trará, também, uma avaliação da infraestrutura e capacidade nacional para a gestão do mercúrio, inclusive a legislação nacional. O inventário é resultado do Projeto de Desenvolvimento da Avaliação Inicial da Convenção de Minamata sobre Mercúrio no Brasil.

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Toxicologia Ambiental: Redução de oxigênio no ar causa sonolência na população de Kalachi

Na noite do dia 26 de Julho de 2015 o programa dominical da rede Globo, Fantástico, noticiou a descoberta do mistério recorrente em Kalachi. Durante dois anos cientistas estudaram a sonolência sem motivo aparente observada em alguns cidadãos do vilarejo no norte do Cazaquistão, efeito diagnosticado principalmente em crianças e idosos.

Conforme reportagem, acreditava-se que esse surto era devido à presença da mina de urânio fechada em 1980 e ainda abandonada no vilarejo pertencente à antiga União Soviética. O urânio é um elemento químico que possui propriedade radioativa e é utilizado pela indústria bélica na fabricação de bombas atômicas.

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