Nações Unidas alerta o mundo sobre possível uso de armas químicas pelo EI em Mossul
Em 23 de outubro, o Estado Islâmico (EI) provocou um incendio em uma empresa de produção de enxofre na cidade de Mossul no Iraque. Algumas pessoas morreram após inalarem os gases tóxicos.
RETP no 28º Fórum Paint & Pintura de Tecnologia e Gestão em Tintas – Região Sul
Nesta terça-feira a Intertox participou do 28º Fórum Paint & Pintura de Tecnologia e Gestão em Tintas – Região Sul, em Criciúma – SC, com uma palestra sobre o Registro de Emissão e Transferência de Poluentes (RETP).
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Produto perigoso: Tentativa de furto em duto provoca vazamento em SP
Em uma tentativa frustrada de furto de Nafta de petróleo de em um duto da Transpetro, na quarta feira (26/10), foi necessária a remoção de moradores em bairro da zona lesta de São Paulo, devido a vazamento deste produto químico perigoso.
De acordo com a Cetesb o duto foi danificado e parte do que vazou, se infiltrou por debaixo de algumas casas e como havia risco de explosão e intoxicação, foi determinada a remoção dos moradores da área afetada.
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Nanotecnologia: estudos apontam nanocápsulas no tratamento eficaz de tumor cerebral maligno
Os medicamentos que são administrados durante tratamento de doenças cerebrais precisam ultrapassar a barreira hematoencefálica para que possam chegar o cérebro. Esta barreira é uma estrutura de permeabilidade altamente seletiva que protege o sistema nervoso central das substâncias potencialmente neurotóxicas que estão presentes na corrente sanguínea. Para que os medicamentos atravessem esta barreira, eles devem ser administrados em altas concentrações, ampliando a possibilidade de ocasionar efeitos adversos medianos e graves.
Brasil ratifica o Acordo de Paris
Na última segunda-feira (12), o presidente Michel Temer validou o Acordo de Paris. O documento havia sido aprovado, no ano passado, por 197 países que participaram da Conferência do Clima de Paris (COP 21).
O acordo tem como objetivo de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, diminuindo o aquecimento global e em consequência limitar o aumento da temperatura global em 2ºC acima dos níveis pré-industriais; e ainda fazer um esforço para ir além: limitar essa elevação da temperatura a 1,5°C. Para que acordo entre em vigor, ele deve ser ratificado por, pelo menos, 55 dos países responsáveis por 55% das emissões globais.