Nações Unidas alerta o mundo sobre possível uso de armas químicas pelo EI em Mossul

Em 23 de outubro, o Estado Islâmico (EI) provocou um incendio em uma empresa de produção de enxofre na cidade de Mossul no Iraque. Algumas pessoas morreram após inalarem os gases tóxicos.

Segundo a porta-voz Ravina Shamdasani das Nações Unidas, o EI tem estocado grande quantidade de amônia e enxofre com o objetivo de realizar ataques com armas químicas.

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Produto perigoso: Tentativa de furto em duto provoca vazamento em SP

Em uma tentativa frustrada de furto de Nafta de petróleo de em um duto da Transpetro, na quarta feira (26/10), foi necessária a remoção de moradores em bairro da zona lesta de São Paulo, devido a vazamento deste produto químico perigoso.

De acordo com a Cetesb o duto foi danificado e parte do que vazou, se infiltrou  por debaixo de algumas casas e como havia risco de explosão e intoxicação, foi determinada a remoção dos moradores da área afetada.

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Nanotecnologia: estudos apontam nanocápsulas no tratamento eficaz de tumor cerebral maligno

Os medicamentos que são administrados durante tratamento de doenças cerebrais precisam ultrapassar a barreira hematoencefálica para que possam chegar o cérebro. Esta barreira é uma estrutura de permeabilidade altamente seletiva que protege o sistema nervoso central das substâncias potencialmente neurotóxicas que estão presentes na corrente sanguínea. Para que os medicamentos atravessem esta barreira, eles devem ser administrados em altas concentrações, ampliando a possibilidade de ocasionar efeitos adversos medianos e graves.

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Brasil ratifica o Acordo de Paris

Na última segunda-feira (12), o presidente Michel Temer validou o Acordo de Paris. O documento havia sido aprovado, no ano passado, por 197 países que participaram da Conferência do Clima de Paris (COP 21).

O acordo tem como objetivo de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, diminuindo o aquecimento global e em consequência limitar o aumento da temperatura global em 2ºC acima dos níveis pré-industriais; e ainda fazer um esforço para ir além: limitar essa elevação da temperatura a 1,5°C. Para que acordo entre em vigor, ele deve ser ratificado por, pelo menos, 55 dos países responsáveis por 55% das emissões globais.

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