Afeganistão: envenenamentos coletivos com fins políticos?
| 26 Abril 2010
Igualdade de gêneros. Liberdade de cultos, crenças e opiniões. Liberdade para ir e vir. Liberdade para estudar, aprender e prosperar. É sonhar demais? Um tal ideário seria inviável? Mas ele não deve ser a essência do projeto humano? Pode-se impedir, por dogmas religiosos e sexismo, a oportunidade de vida futura de jovens?
E mais ainda: pode-se usar o conhecimento científico e tecnológico para impor uma vontade unilateral e abusiva, de forma despótica e criminosa?
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Ozônio e Saúde Pública
| 24 Abril 2010
Relativizar é um dos fenômenos interessantes da natureza e também da mente humana. E isso se aplica inteiramente à substância química denominada ozônio. Para a humanidade, a presença de tal agente tanto pode ser muito benéfica quanto muito preocupante. É necessária e essencial à manutenção da vida no planeta Terra uma concentração apropriada desse gás na estratosfera (faixa da atmosfera de 16 a 30 km de altitude). Assim, nessa ozonosfera, a molécula de O3 nos beneficia – e de resto a todo o planeta –, porque participa de um ciclo que absorve a radiação ultravioleta da energia solar de 220-320 nm. Sem esse filtro, sem tal escudo protetor, a vida como conhecemos teria sido – e é! – impossível. Tanto assim que, de uma maneira ou de outra, a humanidade se reuniu num esforço para proteger e salvar a camada de ozônio: o Protocolo de Montreal. No ciclo químico ozônio-oxigênio (interconversibilidade entre as duas formas), a radiação solar se transforma em energia térmica, e o que nos chega é tido como a boa radiação. A equação química representativa desse ciclo é O3 ⇌ O2 + [O], sendo que na reação de decomposição, o ozônio absorve grande quantidade de radiação ultravioleta e se divide, e, no sentido inverso, na reação de sua formação, há pequeno desprendimento de energia térmica.
Trabalho desenvolvido pela Intertox é apoiado pela Abiquim
Conforme divulgado na página 7 do INFORMATIVO do Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para Fins Industriais e da Petroquímica no Estado de São Paulo, ANO XXIII Nº 115 NOVEMBRO/DEZEMBRO 2010, “O Brasil já possui diferentes opções para substituir o HCFC-141 na produção de PU, conforme determinação do protocolo de Montreal, que estabelece regras para o banimento do gás mundialmente”.A Comissão Setorial de Poliuretanos da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM) apoiou a realização de pesquisa sobre aspectos de segurança – manuseio e transporte – de poliuretanos com as tecnologias substitutas aos HCFCs, para dar maior suporte às empresas fabricantes de PU.
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Diretor da Intertox realiza palestra na sede do Simproquim
Conforme divulgado na página 6 do INFORMATIVO do Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para Fins Industriais e da Petroquímica no Estado de São Paulo, ANO XXIII Nº 115 NOVEMBRO/DEZEMBRO 2010, aconteceu, com coordenação da engenheira química e consultora do SINPROQUIM, Glória Benazzi, no dia 11 de novembro, palestra do diretor de Gerenciamento do Risco Toxicológico da Consultoria Intertox, Fabriciano Pinheiro sobre a “Norma ABNT– NBR 14725 – informações sobre segurança, saúde e meio ambiente / Classificação GHS, rotulagem e FISPQ”.
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Diretor da InterTox dá entrevista para a ABNT
Em matéria publicada no Boletim ABNT, v. 11, n. 109, p. 8, set. 2011. Fabriciano Pinheiro Diretor da InterTox e Coordenador da Comissão de Estudo de Informações sobre Segurança, Saúde e Meio ambiente relacionadas a produtos Químicos do ABNT/CB-10. Fala sobre a “preocupação mundial com a Segurança na área química e a prevenção dos seus efeitos em humanos e no meio ambiente”.
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