Skip to main content

Intertox

Programa de Parcerias Intertox amplia acesso a treinamentos presenciais em diferentes regiões do Brasil

Participar de um treinamento presencial de Segurança Química permite ir além do conteúdo técnico: é uma oportunidade de esclarecer dúvidas diretamente com especialistas, compartilhar experiências e estabelecer conexões com profissionais que enfrentam desafios semelhantes no dia a dia.

No entanto, para empresas e profissionais localizados fora de São Paulo, o deslocamento pode dificultar a participação em cursos presenciais especializados.

Pensando em aproximar a capacitação técnica de profissionais de diferentes regiões do país, a Intertox criou o Programa de Parcerias Intertox, uma iniciativa que possibilita levar seus cursos presenciais de Segurança Química e GHS, meio ambiente e Classificação de Resíduos, Produtos Controlados e Transporte de Produtos e Resíduos Perigosos para outras cidades brasileiras.

Empresas, associações, sindicatos, universidades, parques industriais, centros de treinamento e outras organizações podem se tornar instituições parceiras e contribuir para ampliar o acesso ao conhecimento técnico em sua região.

O que é o Programa de Parcerias Intertox?

O Programa de Parcerias Intertox conecta a experiência técnica da Intertox à estrutura e ao relacionamento regional de empresas e instituições interessadas em promover capacitação profissional.

A proposta é simples: a instituição parceira disponibiliza ou auxilia na identificação de um espaço adequado para receber o curso e apoia a divulgação da turma em sua região.

A Intertox é responsável pela organização e realização do treinamento.

Dessa forma, profissionais de diferentes localidades podem participar de treinamentos presenciais especializados sem a necessidade de se deslocar até São Paulo.

Como funciona a parceria para realização dos treinamentos?

A parceria foi estruturada para que a instituição anfitriã possa contribuir com a realização do treinamento sem precisar assumir a gestão comercial ou operacional da turma.

Responsabilidades da instituição parceira

A instituição parceira:

  • disponibiliza ou auxilia na identificação de um espaço adequado para realização do treinamento;
  • apoia a divulgação da turma junto à sua rede de relacionamento;
  • contribui para aproximar a oportunidade de empresas e profissionais da região.

Uma associação, por exemplo, pode divulgar o curso para seus associados.

Já uma empresa localizada em um polo ou parque industrial pode compartilhar a oportunidade com outras organizações próximas.

Universidades, sindicatos, entidades setoriais e centros de treinamento também podem utilizar suas redes para ampliar o alcance da iniciativa.

A instituição parceira não assume a obrigação de atingir uma quantidade mínima de participantes ou vender inscrições.

Responsabilidades da Intertox

A Intertox permanece responsável pela organização do curso, incluindo:

  • definição do treinamento e da programação;
  • divulgação da turma;
  • comercialização das inscrições;
  • atendimento aos participantes;
  • gestão dos inscritos;
  • materiais de apoio;
  • condução do treinamento por especialistas;
  • emissão dos certificados;
  • acompanhamento operacional da turma.

Assim, a instituição parceira contribui para viabilizar a presença do treinamento em sua região enquanto a Intertox cuida da gestão e da realização do curso.

Empresas também podem receber cursos presenciais da Intertox

Uma dúvida comum é se o Programa de Parcerias é destinado somente a associações, sindicatos ou instituições de ensino.

A resposta é não.

Empresas também podem se tornar instituições parceiras da Intertox.

Uma indústria que possua auditório, sala de treinamento ou outro espaço adequado, por exemplo, pode receber um dos cursos presenciais da Intertox em suas instalações.

Nessa modalidade, o treinamento é aberto ao mercado e pode receber participantes de outras empresas da região.

Imagine uma empresa localizada em um importante polo industrial. Ao disponibilizar seu auditório, ela possibilita que profissionais de diferentes organizações tenham acesso a um curso presencial de Segurança Química sem precisar viajar para outro estado ou para a cidade de São Paulo.

Como parceira, a empresa também pode apoiar a divulgação do treinamento entre outras organizações do polo, fornecedores, clientes ou profissionais de sua rede.

Quais são os benefícios para a instituição parceira?

Além de contribuir para a capacitação profissional em sua região, a instituição anfitriã também recebe benefícios pela parceria.

Inscrições cortesia para a instituição

A instituição parceira pode receber inscrições cortesia para profissionais da própria organização.

A quantidade de cortesias é definida conforme o formato da parceria e o número de inscrições comercializadas para a turma.

Para uma empresa anfitriã, por exemplo, isso significa a possibilidade de receber um treinamento em sua própria estrutura e utilizar as vagas cortesia para capacitar integrantes de sua equipe.

Descontos para associados

Quando a parceria é realizada com associações, sindicatos ou outras entidades representativas, também podem ser oferecidas condições especiais de inscrição para associados ou representados.

Assim, além de contribuir para trazer o treinamento para a região, a instituição parceira passa a oferecer um benefício adicional à sua rede.

Capacitação técnica mais próxima

A realização dos cursos em diferentes cidades reduz a necessidade de deslocamentos e facilita a participação de profissionais que buscam atualização sobre legislação, normas técnicas e boas práticas relacionadas à Segurança Química.

Essa proximidade pode ser especialmente relevante em regiões com forte concentração industrial.

Networking e troca de experiências

Os cursos livres presenciais da Intertox são abertos ao mercado e podem reunir profissionais de empresas e setores diferentes.

Esse ambiente favorece:

  • troca de experiências profissionais;
  • discussão de situações práticas;
  • atualização técnica;
  • networking;
  • relacionamento entre empresas e especialistas.

Fortalecimento da instituição na região

Ao apoiar a realização de um treinamento técnico, a instituição parceira também fortalece seu posicionamento como organização comprometida com o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento.

Quem pode ser uma instituição parceira da Intertox?

O Programa de Parcerias pode envolver diferentes tipos de organizações, como:

  • empresas e indústrias;
  • polos e parques industriais;
  • associações empresariais e profissionais;
  • sindicatos;
  • universidades;
  • instituições de ensino;
  • centros de treinamento;
  • entidades setoriais;
  • organizações ligadas à indústria, meio ambiente, logística, saúde e segurança do trabalho e Segurança Química.

Outros formatos de parceria também podem ser avaliados de acordo com as características da instituição e o potencial da região.

Quais cursos de Segurança Química podem ser levados para outras regiões?

O Programa de Parcerias pode contemplar diferentes cursos livres presenciais do portfólio da Intertox, permitindo que profissionais de outras regiões tenham acesso a capacitações técnicas especializadas sem a necessidade de deslocamento até São Paulo.

Entre os treinamentos que podem integrar o programa estão:

Produtos Químicos: Atualização da ABNT NBR 14725:2023 e Elaboração de FDS

Treinamento voltado à atualização dos requisitos da ABNT NBR 14725:2023, com foco na aplicação da norma e na elaboração e revisão da Ficha com Dados de Segurança — FDS.

Interpretação das informações toxicológicas em bancos de dados para classificação GHS

Capacitação direcionada à interpretação de informações toxicológicas disponíveis em bancos de dados e à utilização desses dados como suporte para a classificação de perigos à saúde segundo o GHS.

Transporte Terrestre de Produtos e Resíduos Perigosos

Curso sobre os principais requisitos aplicáveis ao transporte terrestre de produtos e resíduos perigosos, incluindo classificação, embalagens, identificação, sinalização, documentação, quantidades limitadas e demais exigências regulatórias.

GHS aplicado a defensivos agrícolas: atendimento às exigências da Anvisa

Treinamento voltado à aplicação dos critérios do GHS aos defensivos agrícolas e ao atendimento às exigências regulatórias da Anvisa relacionadas à classificação e comunicação de perigos.

Gerenciamento de Resíduos Sólidos – Classificação ABNT NBR 10004:2024, FDSR, Rotulagem e ANTT

Capacitação que integra os principais requisitos relacionados à classificação e ao gerenciamento de resíduos, contemplando a classificação de resíduos conforme a ABNT NBR 10004:2024, FDSR, rotulagem e requisitos aplicáveis ao transporte de resíduos perigosos.

Produtos Químicos – Classificação GHS, Rotulagem e FDS

Curso completo sobre gerenciamento da informação de perigos de produtos químicos, abordando critérios de classificação segundo o GHS e conforme a ABNT NBR 14725, rotulagem e elaboração da Ficha com Dados de Segurança.

ABNT NBR 10004:2024 – Classificação de Resíduos Sólidos e Laudo LCR

Treinamento dedicado à aplicação da ABNT NBR 10004:2024, com foco no processo de classificação de resíduos sólidos e na elaboração e interpretação do Laudo de Classificação de Resíduos — LCR.

Armazenamento seguro de produtos químicos segundo a ABNT NBR 17160 e normas complementares

Capacitação sobre critérios técnicos e boas práticas para armazenamento seguro de produtos químicos, considerando os requisitos da ABNT NBR 17160 e de normas complementares aplicáveis.

Transporte Marítimo de Cargas Perigosas

Curso destinado a profissionais envolvidos no transporte marítimo de cargas perigosas, abordando classificação, documentação, embalagens, identificação, segregação e demais requisitos aplicáveis ao modal marítimo.

Gestão de Produtos Controlados

Treinamento voltado às principais obrigações relacionadas ao controle de produtos sujeitos à fiscalização de órgãos competentes, com foco na gestão documental, requisitos legais e responsabilidades das empresas.

A disponibilidade de cada treinamento para realização regional será avaliada conforme o perfil da instituição parceira, a estrutura disponível, a demanda identificada e a viabilidade de formação da turma.

👉 Conheça os cursos livres da Intertox:

Por que ampliar o acesso aos treinamentos presenciais de Segurança Química?

A atualização técnica é especialmente importante para profissionais que trabalham com produtos químicos, resíduos e cargas perigosas.

Mudanças em normas técnicas, regulamentações e requisitos legais exigem que empresas e profissionais mantenham seus procedimentos e conhecimentos atualizados.

Ao mesmo tempo, o treinamento presencial proporciona uma dinâmica diferente de aprendizado.

A possibilidade de interagir diretamente com o instrutor, apresentar dúvidas, discutir exemplos práticos e trocar experiências com outros participantes pode contribuir para uma compreensão mais ampla da aplicação dos requisitos técnicos no cotidiano das organizações.

Por isso, ampliar a realização de treinamentos presenciais de Segurança Química em diferentes regiões do Brasil é também uma forma de ampliar o acesso à informação técnica especializada.

Uma rede para levar conhecimento técnico mais longe

O Programa de Parcerias Intertox foi criado com um objetivo central: aproximar o conhecimento técnico dos profissionais que precisam dele.

Para quem está fora de São Paulo, significa ter mais oportunidades de participar presencialmente de cursos especializados.

Para empresas e instituições parceiras, representa a possibilidade de contribuir para o desenvolvimento profissional de sua região e, ao mesmo tempo, obter benefícios para sua própria equipe, associados ou rede de relacionamento.

E, para os participantes, significa reunir em um mesmo ambiente capacitação técnica, troca de experiências e conexão profissional.

Quer levar um treinamento presencial da Intertox para sua região?

A empresa em que atua possui um auditório ou sala de treinamento?

A associação em que atua gostaria de oferecer condições especiais de capacitação para seus associados?

A instituição está localizada em uma região com empresas e profissionais interessados em Segurança Química, GHS, FDS, gerenciamento de resíduos ou transporte de produtos perigosos?

Então ela pode ser uma potencial parceira da Intertox.

A equipe avaliará a região, o perfil da instituição, a estrutura disponível e os treinamentos com maior potencial para formação de turma.

👉 Conheça o Programa de Parcerias Intertox e solicite nosso contato:

https://materiais.intertox.com.br/programa-de-parcerias-novo-layout-2

Classificação GHS no Brasil: como fazer corretamente

A classificação GHS no Brasil é uma exigência técnica e regulatória para empresas que fabricam, importam, armazenam ou utilizam produtos químicos. Apesar disso, muitas organizações ainda cometem erros na aplicação do sistema, seja por falta de conhecimento técnico ou interpretação incorreta das normas.

O problema é que a classificação inadequada pode gerar consequências diretas: autuações, riscos ocupacionais, problemas ambientais e até responsabilização civil. Em um cenário de fiscalização mais rigorosa, isso se torna um risco estratégico para o negócio.

Com a atualização da ABNT NBR 14725:2023 e a consolidação das diretrizes do Sistema Globalmente Harmonizado, as empresas precisam adaptar seus processos para garantir total conformidade.

Neste artigo, você vai entender como fazer a classificação GHS no Brasil corretamente, quais normas seguir e quais erros evitar para manter sua operação segura e regularizada.

O que é classificação GHS no Brasil?

A classificação GHS no Brasil é o processo de identificação e categorização dos perigos de produtos químicos conforme critérios do Sistema Globalmente Harmonizado, adotado no país por meio da ABNT NBR 14725.

Esse processo avalia riscos físicos, à saúde e ao meio ambiente, definindo classes e categorias de perigo. A partir dessa classificação, são elaborados rótulos e a Ficha com Dados de Segurança.

O objetivo é padronizar a comunicação de perigos, facilitar o entendimento dos riscos e garantir segurança no manuseio, transporte e armazenamento de produtos químicos.

Cenário atual e importância da classificação GHS

A classificação GHS no Brasil está diretamente ligada à conformidade legal e à segurança operacional das empresas. Com a atualização da ABNT NBR 14725:2023, houve maior alinhamento com as versões mais recentes do GHS internacional.

No Brasil, a obrigatoriedade está associada principalmente à NR-26, que exige a correta classificação e rotulagem de produtos químicos perigosos nos ambientes de trabalho.

Do ponto de vista de mercado, milhares de empresas utilizam substâncias químicas diariamente. A fiscalização tem aumentado, especialmente em setores industriais, e há maior exigência em auditorias, certificações e processos de qualificação de fornecedores.

Além disso, empresas que não aplicam corretamente a classificação enfrentam riscos como multas, interdições, acidentes de trabalho, danos ambientais e perda de contratos com grandes clientes.

A classificação GHS no Brasil deixou de ser apenas uma obrigação técnica e passou a ser um elemento estratégico de gestão.

Como funciona na prática a classificação GHS no Brasil

A aplicação da classificação GHS no Brasil segue um processo técnico estruturado. Na prática, envolve as seguintes etapas:

  • Levantamento das substâncias químicas: identificar todos os produtos e suas composições.
  • Coleta de dados físico-químicos e toxicológicos: utilizar informações obtidas por ensaios, literatura técnica ou bancos de dados reconhecidos.
  • Identificação dos perigos: avaliar riscos físicos, riscos à saúde humana e riscos ao meio ambiente.
  • Classificação em classes e categorias GHS: definir a categoria de perigo conforme critérios técnicos do sistema.
  • Definição de elementos de rotulagem: incluir pictogramas, palavras de advertência, frases de perigo e frases de precaução.
  • Elaboração da Ficha com Dados de Segurança: documento com 16 seções obrigatórias contendo informações detalhadas.
  • Revisão e validação técnica: garantir consistência entre classificação, rótulo e FDS.

Esse processo exige conhecimento técnico e atualização constante conforme mudanças regulatórias. Empresas que atuam com importação também precisam observar documentos e responsabilidades específicas, como explicado no conteúdo da Intertox sobre exigências para importação de produtos químicos.

Normas e requisitos técnicos da classificação GHS no Brasil

A classificação GHS no Brasil é regulamentada por normas específicas que devem ser seguidas rigorosamente.

ABNT NBR 14725:2023

É a principal norma técnica aplicada à classificação de perigos, requisitos para rotulagem e estrutura da Ficha com Dados de Segurança.

NR-26

A norma regulamentadora trata da comunicação de perigos no ambiente de trabalho, incluindo sinalização, classificação e rotulagem preventiva de produtos químicos.

GHS

O Sistema Globalmente Harmonizado define critérios internacionais para classificação e comunicação de perigos químicos. A Fundacentro também disponibiliza materiais técnicos sobre a aplicação do GHS em produtos químicos.

Entre os pontos técnicos mais relevantes estão a atualização da FDS, a consistência entre classificação e rotulagem, o uso correto de pictogramas GHS e a identificação adequada de perigos para misturas químicas.

Tabela: Classes de perigo no GHS

Tipo de perigoExemplos de classesImpacto
FísicoInflamáveis, explosivos, oxidantesRisco de incêndio e explosão
Saúde humanaToxicidade aguda, corrosão, carcinogenicidadeRisco à saúde ocupacional
Meio ambientePerigo aquático, toxicidade ambientalContaminação ambiental

Essa divisão orienta toda a classificação GHS no Brasil e a comunicação de riscos.

Principais erros relacionados à classificação GHS no Brasil

A aplicação incorreta da classificação GHS no Brasil é mais comum do que parece. Entre os erros mais frequentes estão:

1. Classificação baseada em suposição

Empresas utilizam dados incompletos ou não confiáveis, comprometendo toda a análise. A classificação precisa ser baseada em critérios técnicos, dados consistentes e avaliação adequada da composição do produto.

2. FDS desatualizada

Mudanças na formulação ou na legislação exigem revisão periódica do documento. Uma FDS desatualizada pode comprometer auditorias, transporte, armazenamento e atendimento a emergências.

3. Inconsistência entre FDS e rótulo

Informações divergentes geram risco e não conformidade. A classificação, a rotulagem e a FDS precisam comunicar os mesmos perigos de forma clara e tecnicamente alinhada.

4. Ignorar classificação de misturas

Misturas químicas exigem critérios específicos que muitas empresas não aplicam corretamente. Esse erro pode levar à subavaliação de perigos relevantes.

5. Uso incorreto de pictogramas

A aplicação inadequada prejudica a comunicação de perigo. Em embalagens menores, por exemplo, é preciso observar regras específicas. A rotulagem de embalagens reduzidas exige atenção técnica para manter conformidade e clareza na comunicação de risco.

Benefícios de aplicar corretamente a classificação GHS no Brasil

A correta aplicação da classificação GHS no Brasil traz vantagens operacionais e estratégicas para empresas que lidam com produtos químicos.

  • redução de acidentes de trabalho;
  • maior segurança jurídica;
  • conformidade com normas e auditorias;
  • facilidade em exportações pela padronização internacional;
  • melhoria da organização interna;
  • redução de custos com penalidades;
  • mais previsibilidade em operações de transporte e armazenamento.

Além disso, empresas que seguem corretamente o GHS ganham mais credibilidade no mercado, principalmente em cadeias industriais que exigem documentação técnica robusta.

Classificação GHS e transporte de produtos perigosos

A classificação correta também influencia o transporte de produtos perigosos. A identificação do produto, os elementos de comunicação de perigo, a documentação técnica e o acondicionamento precisam estar coerentes com a natureza da substância ou mistura.

Falhas nesse processo podem gerar riscos operacionais, ambientais e legais. Um exemplo prático está no conteúdo da Intertox sobre uso inadequado de embalagens no transporte de produtos perigosos, que mostra como erros de acondicionamento e rastreabilidade podem comprometer a segurança da operação.

Em operações com impacto ambiental, também é importante observar orientações do Ibama sobre produtos perigosos para transporte.

Perguntas frequentes sobre classificação GHS no Brasil

A classificação GHS é obrigatória no Brasil?

Sim. A classificação GHS no Brasil é obrigatória para produtos químicos perigosos, conforme NR-26 e ABNT NBR 14725.

Quem deve fazer a classificação GHS?

Fabricantes, importadores e empresas que comercializam produtos químicos são responsáveis pela classificação adequada dos produtos.

Misturas químicas precisam ser classificadas?

Sim. Misturas devem ser avaliadas com base em critérios específicos do GHS, considerando composição, concentração dos componentes e dados disponíveis.

Com que frequência a FDS deve ser atualizada?

Sempre que houver mudança na composição, nos dados de segurança, na classificação de perigos ou na legislação aplicável.

Posso usar classificação de outro país?

Não diretamente. É necessário validar a classificação conforme os critérios adotados no Brasil e conforme a norma técnica vigente.

Resumo prático sobre classificação GHS no Brasil

A classificação GHS no Brasil é um processo técnico que define como os perigos de produtos químicos são identificados e comunicados.

Ela envolve análise de dados, categorização de riscos, elaboração de FDS e rotulagem adequada, sempre conforme a ABNT NBR 14725.

Empresas que não aplicam corretamente esse processo ficam expostas a riscos operacionais, legais e financeiros.

Já aquelas que estruturam corretamente a classificação operam com mais segurança, previsibilidade e conformidade regulatória.

Fale com especialistas em classificação GHS

Se sua empresa precisa implementar ou revisar a classificação GHS no Brasil, contar com suporte técnico especializado faz diferença na qualidade e na segurança do processo.

A Intertox atua com classificação de produtos químicos, elaboração de Ficha com Dados de Segurança, adequação à ABNT NBR 14725 e suporte regulatório completo.

Fale com um especialista e entenda como estruturar a classificação GHS da sua empresa com precisão técnica e conformidade total.

Rotulagem GHS: como adequar rótulos de produtos químicos às normas brasileiras

A adequação de rótulos de produtos químicos é um dos pontos mais críticos para empresas que fabricam, importam ou distribuem esses materiais s. No Brasil, a adoção do Sistema Globalmente Harmonizado (GHS) trouxe padronização, mas também elevou o nível de exigência técnica.

Muitas empresas ainda enfrentam dificuldades na aplicação correta das regras, seja por desconhecimento da legislação, interpretação equivocada das classificações ou falhas na comunicação de perigo.

O problema vai além de uma simples não conformidade: erros na rotulagem podem gerar riscos à saúde, multas regulatórias e bloqueios comerciais.

Neste artigo, você vai entender como aplicar corretamente a rotulagem GHS no Brasil, quais são os requisitos legais e como evitar falhas que comprometem a segurança e a operação do seu negócio.

O que é rotulagem GHS no Brasil?

A rotulagem GHS no Brasil é o sistema padronizado de identificação de perigos químicos, baseado no Sistema Globalmente Harmonizado (GHS), regulamentado pela ABNT NBR 14725.

Ela estabelece critérios para classificação de substâncias e misturas, além de definir elementos obrigatórios nos rótulos, como pictogramas, palavras de advertência, frases de perigo e precaução.

O objetivo é garantir uma comunicação clara dos riscos, proteger a saúde humana e o meio ambiente e facilitar o comércio internacional.

Por que a rotulagem GHS é tão importante?

A implementação do GHS no Brasil está alinhada às diretrizes da ONU e foi incorporada à realidade nacional por meio da ABNT NBR 14725. 

No Brasil, órgãos como a ANVISA e o Ministério do Trabalho e Emprego utilizam essa base para regulamentações relacionadas à segurança química.

Cenário atual

  • A indústria química brasileira representa cerca de 11% do PIB industrial, segundo dados da IBGE
  • Empresas que exportam precisam seguir padrões internacionais, o que torna o GHS obrigatório na prática
  • Fiscalizações têm se intensificado, especialmente em setores como transporte, saúde e indústria

Impacto para empresas

A não conformidade com a rotulagem GHS no Brasil pode resultar em:

  • Autuações e multas
  • Interdição de produtos
  • Riscos à saúde ocupacional
  • Danos à reputação da empresa

Além disso, rótulos inadequados comprometem toda a cadeia logística, desde o armazenamento até o transporte.

Como funciona a rotulagem GHS no Brasil na prática

A aplicação da rotulagem GHS no Brasil segue um fluxo técnico estruturado. Veja as etapas principais:

1. Classificação do produto químico

Avaliação das propriedades físico-químicas, toxicológicas e ambientais.

2. Identificação dos perigos

Definição das classes e categorias de perigo conforme o GHS.

3. Elaboração da FDS (Ficha com Dados de Segurança)

Documento técnico que sustenta a rotulagem e traz informações completas do produto.

4. Definição dos elementos do rótulo

Inclui obrigatoriamente:

  • Identificação do produto
  • Pictogramas de perigo
  • Palavra de advertência (Perigo ou Atenção)
  • Frases de perigo (H)
  • Frases de precaução (P)
  • Informações do fornecedor

5. Revisão técnica e validação

Garantia de conformidade com a ABNT NBR 14725.

6. Atualização contínua

Sempre que houver mudança na formulação ou regulamentação.

Requisitos técnicos da rotulagem GHS no Brasil

Para garantir conformidade com a rotulagem GHS no Brasil, alguns pontos técnicos merecem atenção:

  • Pictogramas padronizados: losango vermelho com símbolo preto
  • Idioma obrigatório: português, inclusive para produtos importados
  • Legibilidade: informações claras, visíveis e permanentes
  • Alinhamento com a FDS: consistência total entre rótulo e ficha de segurança
  • Atualização normativa: atenção às revisões recentes da ABNT NBR 14725

Tabela explicativa dos elementos da rotulagem GHS

Elemento do rótuloFunçãoExemplo
Identificação do produtoNome químico ou comercialÁcido sulfúrico
PictogramaRepresentação visual do perigoCorrosão
Palavra de advertênciaIndica severidade do riscoPerigo
Frase de perigo (H)Descreve o riscoProvoca queimaduras graves à pele e lesões oculares graves
Frase de precaução (P)Medidas preventivasP260, P264, P280 (…)
Dados do fornecedorResponsável legalDados da empresa completos

Principais erros relacionados à rotulagem GHS no Brasil

A aplicação incorreta da rotulagem GHS no Brasil ainda é comum. Veja os principais erros:

1. Classificação incorreta do produto

Erro técnico que compromete toda a cadeia de informação.

2. Uso inadequado de pictogramas

Aplicação de símbolos errados ou desatualizados.

3. Traduções inadequadas

Importadores frequentemente utilizam rótulos sem adaptação ao português.

4. Desalinhamento com a FDS

Inconsistência entre rótulo e documentação técnica.

5. Falta de atualização normativa

Empresas utilizam versões antigas da norma.

6. Excesso ou falta de informação

Rótulos confusos ou incompletos prejudicam a compreensão.

Benefícios de aplicar corretamente a rotulagem GHS no Brasil

A adequação à rotulagem GHS no Brasil traz ganhos operacionais e estratégicos:

Segurança operacional

Redução de acidentes e exposição a riscos.

Conformidade legal

Evita multas e sanções regulatórias.

Acesso a mercados internacionais

Facilita exportação e padronização global.

Credibilidade da marca

Empresas que seguem normas transmitem confiança.

Eficiência logística

Menos problemas em transporte e armazenamento.

Perguntas frequentes sobre rotulagem GHS no Brasil

A rotulagem GHS é obrigatória no Brasil?

Sim. A rotulagem GHS no Brasil é exigida pela ABNT NBR 14725 e regulamentações complementares.

Produtos importados precisam ser readequados?

Sim. Devem estar em português e alinhados às normas brasileiras.

Pequenas empresas também precisam seguir o GHS?

Sim. A obrigação não depende do porte da empresa.

A FDS é obrigatória junto com o rótulo?

Sim. A Ficha com Dados de Segurança é parte essencial do sistema.

Com que frequência o rótulo deve ser atualizado?

Sempre que houver alteração na composição ou na legislação.

Aplicação prática e visão estratégica

A rotulagem GHS no Brasil não deve ser tratada apenas como uma exigência regulatória, mas como parte da gestão de risco e da estratégia operacional da empresa.

Empresas que estruturam corretamente seus processos de classificação, documentação e rotulagem conseguem:

  • reduzir falhas operacionais
  • evitar retrabalho
  • melhorar a comunicação com clientes e parceiros
  • garantir maior previsibilidade regulatória

A integração entre áreas técnicas, regulatórias e operacionais é o que sustenta uma implementação eficiente.

Adeque sua rotulagem com apoio especializado

Se sua empresa precisa adequar processos à rotulagem GHS no Brasil, contar com suporte técnico especializado pode acelerar resultados e evitar riscos.

A Intertox oferece soluções completas em:

  • Classificação de produtos químicos
  • Elaboração e revisão de FDS
  • Rotulagem conforme GHS
  • Consultoria regulatória nacional e internacional

Com expertise técnica e atuação estratégica, a Intertox apoia empresas na conformidade com normas brasileiras e internacionais, garantindo segurança, eficiência e competitividade.

Entre em contato e entenda como estruturar sua rotulagem de forma segura e alinhada às exigências atuais.

FISPQ x FDS: o que muda e como adequar sua empresa à ABNT NBR 14725

A transição da FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) para a FDS (Ficha com Dados de Segurança) vai muito além de uma simples mudança de nomenclatura. Trata-se de uma atualização normativa relevante, com impactos diretos na conformidade legal, na gestão de riscos e nas operações das empresas. 

Muitas organizações ainda operam com documentos desatualizados, ignorando as exigências da ABNT NBR 14725, o que pode gerar riscos regulatórios, dificuldades logísticas e até penalidades em auditorias.

Além disso, com a crescente exigência por padronização global alinhada ao GHS (Sistema Globalmente Harmonizado), manter documentos atualizados deixou de ser diferencial e passou a ser obrigação operacional.

Neste artigo, você vai entender de forma prática como realizar a revisão da FISPQ para FDS, quais são os impactos dessa atualização e o que fazer se sua empresa ainda não está em conformidade.

O que é revisão da FISPQ para FDS?

A revisão da FISPQ para FDS é o processo técnico de atualização das Fichas de Informações de Segurança de Produtos Químicos para o novo modelo de Ficha com Dados de Segurança, conforme estabelecido pela ABNT NBR 14725, em alinhamento ao GHS (Sistema Globalmente Harmonizado)

Mais do que uma simples conversão de documento, essa revisão envolve uma reavaliação completa das informações de segurança do produto, garantindo que estejam consistentes com os critérios atuais de classificação e comunicação de perigos. 

Na prática, o processo inclui:

  • Reclassificação do produto químico, com base nos critérios atualizados do GHS
  • Revisão e atualização das frases de perigo (H) e precaução (P)
  • Validação das informações toxicológicas, ambientais e de exposição
  • Adequação das 16 seções obrigatórias, conforme a estrutura normativa vigente
  • Padronização da linguagem técnica, garantindo clareza e consistência internacional

Contexto e importância da atualização para FDS

A ABNT NBR 14725, que trata da classificação, rotulagem e comunicação de perigos de produtos químicos, passou por revisões relevantes para alinhamento ao GHS.

No Brasil, essa norma é referência obrigatória para fabricantes, importadores e distribuidores de produtos químicos. Sua não conformidade pode resultar em autuações por órgãos como:

  • Agência Nacional de Vigilância Sanitária
  • Ministério do Trabalho e Emprego
  • Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis

Além disso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que o setor químico brasileiro movimenta bilhões anualmente, aumentando a necessidade de controle e padronização das informações de segurança.

Empresas que não realizam a revisão da FISPQ para FDS enfrentam riscos como:

  • inconsistência em auditorias
  • dificuldades em exportação
  • falhas na comunicação de perigos
  • responsabilização civil em acidentes

Como funciona na prática a revisão da FISPQ para FDS

A revisão da FISPQ para FDS segue um processo técnico estruturado. Veja as principais etapas:

1. Levantamento das fichas existentes

Identificação de todas as FISPQs utilizadas pela empresa, incluindo versões antigas e documentos incompletos.

2. Verificação da conformidade normativa

Análise comparativa com os requisitos atualizados da ABNT NBR 14725.

3. Reclassificação de perigos

Aplicação dos critérios do GHS para:

  • perigos físicos
  • perigos à saúde
  • perigos ao meio ambiente

4. Atualização das seções da FDS

  1. Verificar se os documentos atendem às 16 seções obrigatórias com conteúdo adequado.

5. Revisão de linguagem e terminologia

Padronização conforme o GHS, incluindo:

  • frases H 
  • frases P pictogramas

6. Validação técnica

Realizar a revisão com especialista garante rapidez, consistência e conformidade.

Aspectos técnicos da NBR 14725 que impactam a atualização

Atualização contínua

Sempre que houver nova informação toxicológica, mudança na formulação ou atualização regulatória, a FDS deve ser revisada para garantir a conformidade e a precisão das informações de segurança. 

Responsabilidade legal

O fabricante ou importador é responsável pelas informações contidas na FDS.

Principais erros relacionados à revisão da FISPQ para FDS

1. Apenas trocar o nome do documento

Muitas empresas acreditam que mudar “FISPQ” para “FDS” resolve o problema, sem atualizar o conteúdo técnico.

2. Ignorar a reclassificação GHS

Manter classificações antigas pode gerar inconsistências técnicas.

3. Não revisar todas as seções

A atualização deve abranger as 16 seções obrigatórias.

4. Utilizar modelos genéricos

Copiar fichas prontas sem validação técnica compromete a segurança.

5. Não atualizar periodicamente

A norma exige revisão contínua conforme novas informações.

Benefícios de realizar a revisão corretamente

A revisão da FISPQ para FDS traz ganhos operacionais e estratégicos relevantes:

  • Redução de riscos legais e multas
  • Maior segurança para colaboradores
  • Facilidade em auditorias e certificações
  • Adequação para exportação
  • Melhoria na gestão de riscos químicos
  • Fortalecimento da credibilidade da empresa

Além disso, empresas que seguem a norma conseguem integrar melhor seus processos com cadeias globais de fornecimento.

Perguntas frequentes sobre revisão da FISPQ para FDS

A FISPQ ainda pode ser utilizada?

Não. O termo FISPQ foi substituído por FDS conforme a atualização da ABNT NBR 14725, sendo este o formato atualmente exigido para a comunicação de perigos de produtos químicos. 

Todas as empresas precisam atualizar?

Sim, qualquer empresa que fabrica, importa ou comercializa produtos químicos deve realizar a revisão da FISPQ para FDS.

Existe prazo para atualização?

A adequação deve ser realizada de forma imediata após atualizações normativas ou sempre que houver mudanças relevantes no produto, como alterações de composição ou novas informações de segurança.

Quem pode elaborar uma FDS?

A elaboração deve ser feita por profissionais qualificados, com conhecimento técnico em química e em regulamentação, assegurando a correta classificação de perigos e a consistência das informações.

A FDS precisa ser revisada com frequência?

Sim. A FDS deve ser revisada sempre que houver novas informações toxicológicas, mudanças na formulação ou atualizações regulatórias. 

Direcionamento prático para empresas que estão desatualizadas

Se sua empresa ainda não realizou a revisão da FISPQ para FDS, o caminho mais eficiente envolve:

  • auditoria interna dos documentos existentes
  • priorização de produtos com maior risco
  • contratação de especialistas
  • implementação de rotina de atualização

A adaptação não deve ser tratada como tarefa pontual, mas como parte da governança regulatória.

Precisa atualizar suas FDS? Saiba como agir com segurança

A adequação à NBR 14725 exige conhecimento técnico, atualização constante e domínio das exigências regulatórias nacionais e internacionais.

A Intertox atua com elaboração, revisão e atualização de FDS, garantindo conformidade com o GHS e a legislação brasileira. Além disso, oferece suporte completo em classificação de perigos, rotulagem e gestão de risco químico.

Se sua empresa precisa realizar a revisão da FISPQ para FDS, contar com especialistas reduz riscos, evita retrabalho e acelera a conformidade.

Acesse o site da Intertox e conheça as soluções disponíveis para manter sua operação segura e alinhada às exigências atuais.

Parecer técnico de conformidade: como deve ser elaborado?

É um tanto comum ouvir a expressão “parecer técnico de conformidade”, mas você sabe, de fato, do que se trata? Se sim, sabe em quais situações recorrer a essa solução?

Esse é um assunto que algumas pessoas podem se sentir um pouco perdidas, uma vez que há alguns detalhes do qual se deve ter conhecimento.

PRECISA DE ASSESSORIA EM PRODUTOS QUÍMICOS? FALE CONOSCO!

Fato é que o parecer técnico deve ser feito por um profissional da área. Em suma, o parecer é um documento escrito, elaborado por um profissional, com base em uma avaliação detalhada do produto frente à uma legislação específica, a fim de concluir se há ou não conformidade na análise.

No entanto, como esse é um assunto um tanto quanto complexo, além de ficar atento aos detalhes, pode ser interessante cogitar o suporte de uma empresa que entenda sobre essas questões. Iremos falar mais sobre isso no decorrer dos parágrafos. Confira.

O que é um Parecer técnico de conformidade?

Primeiro, você deve saber que “parecer” nada mais é que um documento por escrito, feito por um profissional da área, com base em uma avaliação técnica do objeto avaliado. Ou seja, isso quer dizer que há diferentes tipos de pareceres técnicos, com objetivos diferentes.

Então, o parecer técnico pode ser ministrado tanto por um:

  • Farmacêutico;
  • toxicologista;
  • advogado;
  • ou enfermeiro.

Esse documento tem a função de dar uma opinião técnica sobre uma determinada situação, sempre fundamentado em bases legais.

Através desse documento, uma pessoa leiga no assunto é capaz de tomar alguma decisão com base no entendimento técnico de um profissional da área.

Na área do direito, o parecer é a análise de um caso, além de fazer parte do processo para o qual pode apontar uma solução favorável ou contrária.

Ou seja, trata-se de um documento de grande importância e que pode auxiliar em várias ocasiões e decisões de extrema importância para a empresa

Como deve ser um parecer?

O parecer técnico pode variar em algumas questões, a depender, principalmente, de qual o objetivo principal da avaliação. Este documento tem uma estrutura padrão, contendo informações imprescindíveis para que ele seja concluído.. A escolha do profissional que desenvolverá o documento será realizada com base no objetivo da análise: finalidade, tipo de produto, legislações etc..

Afinal de contas, como esse documento é o pronunciamento de um profissional a respeito da situação, deve-se garantir que a pessoa de fato entenda sobre o assunto e que ele tenha conhecimento técnico da situação.

Além do mais, o parecer deve ser sustentado em bases legais nacionais e/ou internacionais, e escrito de uma maneira a esclarecer, interpretar e/ou explicar alguns fatos ao leitor, considerando que o leitor nem sempre terá domínio sobre o assunto abordado.

Quando solicitar um parecer técnico?

Deve-se solicitar um parecer técnico sempre que houver alguma dúvida a respeito de um determinado assunto e que, para isso, seja necessário o entendimento de um profissional técnico especializado e experiente no tema.

Para que serve o parecer técnico?

Ele serve para auxiliar pessoas ou empresas a respeito de uma questão do qual não se tem pleno entendimento. O parecer pode ajudar em alguns processos internos, desde o desenvolvimento de um produto até a avaliação de uma estratégia de mercado, por exemplo.

Além do mais, o intuito pode ser avaliar a conformidade legal da empresa, de produtos ou processos através do documento técnico. Fora isso, o parecer pode ajudar as empresas a entender as legislações que se aplicam ao seu tipo de negócio.

Quem pode emitir um Parecer técnico de conformidade?

A decisão do profissional técnico que será responsável pelo desenvolvimento do parecer técnico será realizada com base no objeto principal da análise. Um parecer de avaliação toxicológica deve ser elaborado por um profissional toxicologista;.

  • Um parecer de avaliação regulatória deve ser elaborado por um profissional especializado em assuntos regulatórios;
  • Já um parecer jurídico pode ser emitido apenas por um órgão público, como o Ministério Público ou advogados. 

E isso acontece porque, por se tratar de um pronunciamento por escrito e uma análise extremamente técnica, ele deve ser formulado por um especialista que possua qualificação adequada e experiência suficiente para dominar o tema abordado..

A importância de suporte de uma empresa que entenda do assunto

Assim como foi dito, o parecer técnico é capaz de auxiliar as empresas a entenderem as leis que se aplicam aos seus produtos e ao seu negócio. Então, caso elas não estejam de acordo, elas podem ser consideradas irregulares e passíveis de multa.

Por isso, o parecer técnico de conformidade da Intertox pode lhe ajudar a evitar qualquer tipo de problema, além de entender a conformidade dos seus produtos com determinadas legislações, garantindo o total compliance da empresa, produtos e/ou processos.

Entre em contato e fale com um especialista.