Cultura Organizacional Intertox

Na tarde de 23, dentro do Programa Seminários Intertox, ocorreu a palestra Cultura Organizacional Intertox, proferida pelo sócio-diretor da empresa Fausto Antonio de Azevedo. Na palestra foi apresentado o documento Tecnologia Empresarial Intertox Aplicada – TEIA, como instrumento material e conceitual, aglutinador de elementos e elos da cultura intertoxiana.

O palestrante, indo de Peter Drucker a Edgar Schein, e de Joseph Shumpeter a John Elkington, percorreu ideias e conceitos a respeito de cultura social e cultura organizacional, apontando como elas se inter-relacionam e se influenciam mutuamente e como é importante para a sobrevivência e crescimento das empresas que elas tenham personalidade própria, lastreada em sua cultura, o que possibilitará o desenvolvimento e atualização de competências e a realização de seus propósitos específicos e sociais.

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Inmetro estabelece limite para metais pesados em bijuterias e joias

De acordo com o Jornal do Brasil, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) estabeleceu limites para a presença de metais pesados, como cádmio e chumbo, para a fabricação e importação de bijuterias e joias. Os fabricantes e importadores terão prazo de 36 meses para se adequarem às novas regras, que estabelecem concentrações máximas de 0,01% do metal presente para contato com o corpo de cádmio e 0,03% de chumbo, em peso, respectivamente, para cada produto analisado. O objetivo do Inmetro é impedir a entrada de produtos irregulares e de baixa qualidade no mercado e que possam trazer riscos à saúde da população e ao meio ambiente, além de proteger o mercado nacional da concorrência desleal.

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Segurança Química: Diretor técnico da Intertox, Fabriciano Pinheiro, cede entrevista para a Revista Proteção

Marco para a segurança química

Especialista comenta evolução e impactos do GHS para trabalhadores e empresas

Fonte: Revista Proteção Setembro/2015– Entrevista Fabriciano Pinheiro

Por: Priscilla Nery

Mesmo após quatro anos da adoção do GHS (Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos) pelo Brasil, ainda são grandes os desafios para adequações ao Sistema, começando pelo desconhecimento de profissionais e empresas a respeito da segurança química. Com o fim do prazo estabelecido pelo país para alinhamento da classificação e ficha de segurança de misturas à legislação em 1º de junho (para rotulagem o prazo será até 30/11/2015), o assunto voltou à cena com força total – afinal, o tema afeta qualquer indústria atual, pois todas utilizam químicos, seja em processos de manipulação ou na comercialização.

Este é o cenário desta entrevista, concedida pelo mestre em Toxicologia, especialista em gerenciamento de risco toxicológico e segurança química, Fabriciano Pinheiro. Iniciando pela origem do GHS, ele fala sobre as etapas para implementação do sistema, impactos, legislação do setor e o importante papel dos prevencionistas para a proteção dos trabalhadores que lidam com produtos químicos. Fabriciano também foi diretor da Sociedade Brasileira de Toxicologia (SBTox) e representou o Brasil no Subcomitê de Especialistas das Nações Unidas sobre o Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos em 2014. Atualmente, é diretor técnico da Intertox; coordenador da Comissão de Estudos “Informações sobre Segurança, Saúde e Meio Ambiente relacionados a Produtos Químicos” (CE-10:101.05) do Comitê Brasileiro de Química (ABNT/ CB-10) e coordena o curso de pós-graduação em Ciências Toxicológicas das Faculdades Oswaldo Cruz/SP.

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Impactos de la Implementación de GHS en las Industrias Argentinas

La evolución de la producción, el consumo de compuestos químicos y el uso de la energía nuclear para generar electricidad tuvieron un aumento a partir del siglo XX, cuando hubo un avance significativo en los procesos tecnológicos y en las instalaciones que se adecuaron para la producción de tales compuestos.

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