Ano Internacional da Química
| 28 Janeiro 2011
A cerimônia de abertura realizada nos dias 27 e 28, em Paris, marcou o início da comemoração do Ano Internacional da Química (AIQ 2011). O AIQ 2011 é uma iniciativa da IUPAC, União Internacional de Química Pura e Aplicada, e da UNESCO, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
Metais pesados – uma potencial ameaça ubíqua e perene
| 04 Agosto 2010
Um conjunto de elementos químicos da Tabela Periódica recebe a designação comum de metais pesados. Os químicos têm lá suas explicações para esse nome e para o porquê de serem todos eles caracterizados como metais. A nós o que importa é a visão toxicológica (muito embora essa não viva sem a química patrona) que se aplica a tais elementos. Para a toxicologia a expressão metais pesado é sempre sinal de alerta e de preocupação.
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Toxicidade de poluentes atmosféricos e doenças respiratórias
| 27 Julho 2010
O potencial tóxico dos principais poluentes da atmosfera é conhecido desde há muito. Gases e vapores lançados à atmosfera em decorrência das atividades antrópicas, principalmente a queima de combustíveis fósseis, carvão vegetal e madeiras, têm comportamento toxicológico irritante ou asfixiante. E o maior problema das populações expostas, sobretudo nos ambientes urbanos, é que a exposição é sempre simultânea a vários dos poluentes,
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Praguicidas (agrotóxicos) – mais fatos a respeito
| 27 Julho 2010
Os praguicidas (que também aparecem designados, inadequadamente, por agrotóxicos, agroquímicos, defensivos agrícolas, pesticidas, etc.) representam um grande agrupamento de substâncias químicas que têm em comum a propriedade de produzirem a morte de agentes causadores do que é considerado praga no campo agropecuário. Esses agentes variam enormemente no que concerne à estrutura química, mecanismos de ação e toxicidade. Por isso, têm merecido
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Drogas legais e potencialmente letais
Escrito por Alice A da Matta Chasin | 01 Junho 2010
Após a era das “super-drogas’ assistimos agora ao preocupante aumento das drogas sintéticas.
As “super-drogas” significaram o uso da tecnologia e de conhecimentos de química e cinética para a produção de formas com teores aumentados de princípio ativo, como é o caso do skunk (maconha obtida de forma a concentrar em até 5 vezes o teor de THC) ou do crack, forma básica da cocaína, que pode ser fumada pois se volatiliza às temperaturas elevadas ao contrário da forma de sal (cloridrato de COC), que se decompõe com o aumento da temperatura. O uso da cocaína na forma de crack, ou seja, fumada, é comparado em termos de velocidade de absorção à via intravenosa (“picada”). A extensa área de superfície dos pulmões favorece a efetiva absorção desta forma da cocaína. A ação é rápida e os efeitos intensos são comparáveis aos que se seguem a uma “picada” e ocorrem em 1 a 2 minutos. A duração dos efeitos, também à semelhança da via intravenosa, é considerada curta, o que requer a utilização de novas quantidades para manter o estado de intoxicação. O ato de fumar cocaína apresenta a agravante de facilitar o reforço associado à dependência, tanto por constituir uma via de administração socialmente aceita (não requer a parafernália associada a “drogas” ilícitas, como agulhas, seringas, etc) como por não oferecer riscos de transmissão de AIDS, hepatite, etc. Da mesma forma o ice drop é a forma básica da metanfetamina que pode ser fumada.