Porque os estudos de metaloproteina são importantes para a vida
No dia 25 de julho de 2015, o portal Ambiente Brasil, publicou uma matéria informando que pesquisadores do Brasil e do Canadá descreveram uma nova metodologia para estudar a mecânica das reações químicas catalisadas por metaloproteínas, onde foi utilizada uma metodologia que permite desenovelar apenas parcialmente a proteína sem danificar a cadeia polipeptídica.
Uma metaloproteína é uma proteína que contém um ou mais íons metálicos na sua estrutura, seja diretamente ligado à cadeia polipeptídica, seja inseridos numa molécula não proteica covalentemente ligada à cadeia polipeptídica. São moléculas com o diferencial de terem em sua estrutura de aminoácidos alguns átomos metálicos, como o ferro, por exemplo. Cerca de 30% das proteínas contém essa partícula, que apresenta como principal característica a facilidade de trocar elétrons, permitindo uma maior ocorrência de reações químicas, muitas metaloproteínas são enzimas (metaloenzimas), em particular oxidorredutases. Uma grande parte são proteínas de transferência eletrônica, servindo como meio de transporte de elétrons para outras enzimas, nelas existe uma região complementar denominada sítio ativo, que é o local onde ocorrem as reações químicas. Para que estas sejam feitas mais rapidamente, as proteínas apresentam estas estruturas em arranjo para obterem um maior controle sobre elas mesmas e as suas reações ocorridas.
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Toxicology: EUROTOX 2015

The Toxicology, more than ever, shows the essential place occupied, ultimately, in the context of healthy development in all aspects and fields of human life.
Toxicologia Ambiental: Debate sobre resíduos de Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs)
O portal ambientebrasil, no dia 21 de julho de 2015, noticiou o evento que está sendo promovido pelo Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sobre Técnicas e Tecnologias de Tratamento e Destinação Final de Bifenilas Policloradas (PCBs) e Outros Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs). O evento acontece em 21 e 22 de julho, em Brasília, com a presença de setores públicos e privados, além de outros interessados em prevenir e extinguir os riscos à saúde humana e ao meio ambiente que estes compostos podem provocar com foco nas possibilidades de descontaminação e eliminação dos PCBs.
Toxicologia ambiental: Alta concentração de chumbo na água preocupa população de Hong Kong
O site da ambiente brasil, no dia 14 de julho de 2015, noticiou a preocupação dos moradores de Hong Kong com o nível de chumbo na água corrente das residências, pois os testes realizados apresentaram valores superiores aos padrões preconizados pela Organização Mundial da Saúde: a quantidade de chumbo na água potável não deve estar acima dos 10 micrograma por litro. Para as autoridades locais o chumbo pode ter vindo dos materiais de solda usados nas juntas dos encanamentos de um complexo de residências públicas da cidade.
O chumbo é metal cinza azulado, sendo o mais maleável dos metais pesados ordinários. O mecanismo de absorção do Pb por via oral ocorre por transporte ativo, regulada pelos mesmos mecanismos que regulam a absorção de íons tais como Ca, Fe, Mg e P.
A concentração de Pb no sangue, denominado plumbemia ou saturnismo, é função da absorção, armazenamento e excreção do metal no organismo. Assim plumbemia é igual ao total de Pb absorvido menos o total de Pb armazenado e excretado [Pb sg = Pb absorvido – (Pb armazenado + Pb excretado)]. No sangue, 90 a 99% do chumbo são encontrados nos eritrócitos.
Contaminação de Arsênio expõe população em Minas Gerais
Reportagem do EL País Brasil mostra uma realidade preocupante sobre as águas do córrego Rico e o solo do entorno de Paracatu, noroeste de Minas Gerais. Eles estão contaminados com arsênio, um dos elementos químicos mais tóxicos da natureza. Empresas locais e autoridades informam que o nível do arsênio está dentro de limites estabelecidos, porém hà relatos de ocorrências de doenças características da contaminação. O arsênio é um elemento químico que não faz parte do metabolismo normal dos seres humanos, a exposição é ocupacional ou ambiental.
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