Ambiente em Manchete: Possíveis impactos decorrente do transbordamento de esgoto que atinge rio em Ourinhos
De acordo com a notícia publicada em 12/02/2014 pelo portal G1, o esgoto do Jardim Anchieta em Ourinhos vem transbordando da caixa de contenção e está escorrendo pela mata até atingir o Rio Pardo, principal fonte de abastecimento da região. Os responsáveis pelo setor explicam que houve transbordamento do esgoto devido a um
assoreamento na lagoa de tratamento que está entupindo a tubulação.
Toxicologia ambiental: Poluição em Pequim atinge níveis alarmantes e indústrias suspendem suas atividades
A questão da Toxicologia Ambiental volta à tona com as recentes e impactantes notícias a respeito da poluição atmosférica na China. A publicação realizada neste Portal no dia 25 de fevereiro abordou as categorias dos indicadores analisados para o ranking ambiental estabelecido pela Environmental Performance Index (EPI) e as soluções indicadas para a diminuição da poluição do ar.
Ecotoxicologia: Óleo de cozinha, um contaminante ambiental
O óleo de cozinha está entre os principais poluidores do meio ambiente, um problema que vem se acumulando e agravando rapidamente, pois 1 litro de óleo tem capacidade de poluir de 100 a 1 milhão de litros de água.
Por ser menos denso que a água, o óleo de cozinha forma uma película sobre ela, o que provoca a retenção de sólidos, entupimentos e problemas de drenagem quando colocados em pias ou vasos sanitários, que são redes coletoras de esgoto. Para descontaminar a água, o custo é elevado – cerca de 20% do tratamento do esgoto.
Nos rios e corpos d’água, a película formada pelo óleo de cozinha dificulta a troca gasosa entre a água e a atmosfera, além da evaporação da água, o que resulta na morte de peixes e outros tipos de vida aquática.
Continuar a ler “Ecotoxicologia: Óleo de cozinha, um contaminante ambiental”
Paraná terá plano integrado para emergências ambientais
Em nota publicada pelo governo do estado do Paraná em 28/01/2014, um plano de ações integradas de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (P2R2), com foco principal na proteção de recursos hídricos, terá sua implantação iniciada a partir de fevereiro.
Continuar a ler “Paraná terá plano integrado para emergências ambientais”
Gerenciamento costeiro
As zonas costeiras de todo o mundo sempre foram um foco de atração para o estabelecimento humano devido a uma série de fatores envolvendo aspectos como facilidade de acesso, variedade e abundância de recursos naturais, beleza paisagística, além de oferecer portos naturais, propiciando o adensamento humano nestas áreas. O Brasil, favorecido por uma grande extensão de costa, em torno de 7.500 km, não foge a esta regra, concentrando atualmente 70% de sua população distribuída em 75% dos grandes centros urbanos.
Historicamente as pressões antrópicas na zona costeira brasileira foram apoiadas em diferentes fases econômicas. Num momento inicial, a zona costeira foi habitada por nações indígenas, que por falta de habilidades tecnológicas, eram limitadas, em seu crescimento, pelos próprios recursos naturais, interagindo, portanto, com o ambiente de uma maneira que não diferia muito daquela de qualquer outra espécie. Com isto, a modificação introduzida no ambiente natural era pequena. Com a colonização européia e a instalação de uma economia extrativista e exportadora primária, a região passou a ser ocupada por portos, principalmente em pontos onde esta vocação era natural, como baias protegidas e estuários. Neste período as forças antrópicas de modificação ambiental eram distribuídas, pois se por um lado parte da população se entregava as atividades portuárias, outra parte era obrigada a migrar para o interior em busca das riquezas exportáveis, como ouro, pedras preciosas e mais tarde, produtos agrícolas.