DNA como arquivo de informações digitais

Em artigo publicado na revista científica Nature, uma equipe britânica relata a codificação e inserção de um texto científico, uma foto, sonetos de Shakespeare e um trecho do famoso discurso “I Have a Dream” (Eu tenho um sonho), do líder negro norte-americano Martin Luther King, em filamentos de uma molécula de DNA produzidos artificialmente. Posteriormente a informação foi decodificada e “lida” com 100% de precisão.

Esta não é a primeira vez que o DNA é usado para armazenar informações guardadas rotineiramente em computadores. No ano passado uma equipe americana publicou na revista científica Science os resultados de um experimento parecido, quando um livro inteiro foi arquivado em DNA.

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XIV Congresso Latino americano de Toxicologia Clinica e Segurança Química

A Associação Latino americana de Toxicologia ALATOX, e suas filias regionais, convida a todos os colegas e entusiastas da Toxicologia, assim como os especialistas de seus diversos campos para o XIV Congresso latino americano de Toxicologia Clinica e Segurança Química, que será realizado entre os dias 17 e 19 de outubro de 2013 na cidade de Guayaquil, Equador, na costa do Pacífico Sul.

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A Lei Seca e o uso de drogas no trânsito

Desde a promulgação da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, fica claro em seu artigo 165 a proibição de “Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica”.  As Leis  11.275, de 7 de fevereiro de 2006 (conhecida como “Lei seca”) e 12.760, de 20 de dezembro de 2012 alteraram  redação de artigos no sentido de tornar mais rígidos os controles e coibir a “Direção perigosa” relativa ao uso de álcool e outras substâncias (drogas) que modificam estado de consciência e consequentemente comprometem o ato de dirigir. A Lei sempre referiu álcool e substâncias psicoativas.

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Guerra Química e Biológica

A guerra química consiste no emprego de agentes químicos com a finalidade de matar, ferir ou incapacitar inimigos em guerras militares, civis, terrorismo entre outros. A guerra biológica emprega agentes biológicos que podem ser microorganismos ou toxinas produzidas por estes, com potencial em provocar doenças e/ou morte em seres humanos.

O emprego destas armas é descrito desde os primórdios até os dias atuais, como o possível uso de armas químicas pela Síria em dezembro de 2012, ou o envio em 2001 de cartas contaminadas com agente biológica, o que provocou o desespero na população norte-americana e alerta ao mundo. Assim, o uso de tais agentes permanece sendo uma ameaça à população mundial.

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