Resíduos químicos: classificação e comunicação de perigo
Diariamente são gerados diversos resíduos químicos perigosos em mais variados processos e setores industriais. Neste cenário, é de extrema importância transmitir informações ao receptor referente informações relativas à proteção, segurança, saúde e o meio ambiente, além de adotar medidas adequadas de tratamento e disposição dos mesmos.
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DNA como arquivo de informações digitais
Em artigo publicado na revista científica Nature, uma equipe britânica relata a codificação e inserção de um texto científico, uma foto, sonetos de Shakespeare e um trecho do famoso discurso “I Have a Dream” (Eu tenho um sonho), do líder negro norte-americano Martin Luther King, em filamentos de uma molécula de DNA produzidos artificialmente. Posteriormente a informação foi decodificada e “lida” com 100% de precisão.
Esta não é a primeira vez que o DNA é usado para armazenar informações guardadas rotineiramente em computadores. No ano passado uma equipe americana publicou na revista científica Science os resultados de um experimento parecido, quando um livro inteiro foi arquivado em DNA.
Exploração de recursos minerais oceânicos
Enormes depósitos de metais valiosos dispostos em nódulos nos fundos oceânicos ao sul do Havaí e oeste do México foram encontrados por empresa britânica que promoverá uma expedição científica ainda este ano no verão europeu para avaliação do impacto ambiental potencial de operações mineração na área.
XIV Congresso Latino americano de Toxicologia Clinica e Segurança Química
A Associação Latino americana de Toxicologia ALATOX, e suas filias regionais, convida a todos os colegas e entusiastas da Toxicologia, assim como os especialistas de seus diversos campos para o XIV Congresso latino americano de Toxicologia Clinica e Segurança Química, que será realizado entre os dias 17 e 19 de outubro de 2013 na cidade de Guayaquil, Equador, na costa do Pacífico Sul.
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A Lei Seca e o uso de drogas no trânsito
Desde a promulgação da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, fica claro em seu artigo 165 a proibição de “Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica”. As Leis 11.275, de 7 de fevereiro de 2006 (conhecida como “Lei seca”) e 12.760, de 20 de dezembro de 2012 alteraram redação de artigos no sentido de tornar mais rígidos os controles e coibir a “Direção perigosa” relativa ao uso de álcool e outras substâncias (drogas) que modificam estado de consciência e consequentemente comprometem o ato de dirigir. A Lei sempre referiu álcool e substâncias psicoativas.