Alterações nas águas dos rios provocadas por atividade humana

As atividades humanas vêm acelerando as alterações no ciclo de carbono dos rios é o que conclui o grupo de pesquisas liderado por Sujay S. Kaushal em artigo publicado no Jornal Científico Environmental Science and Tecnology em julho de 2013 com base em resultados de estudo que avaliou a alcalinidade por bicarbonato em 97 pontos fluviais cobrindo uma área de drenagem de 260.000 km2.

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Vazamento de amônia mata 15 pessoas na China

Um vazamento de amônia líquida matou 15 pessoas e feriu outras 26 em uma instalação de armazenamento a frio em Xangai. O incidente aconteceu pouco antes do meio-dia do ultimo sábado (31/08) ao norte da cidade, no distrito de Baoshan, em uma unidade de refrigeração de uma empresa de mariscos Cold Storage Industrial, segundo os meios de comunicação locais.

Utilização da amônia

A amônia é utilizada como agente refrigerante há mais de 100 anos e suas propriedades e aplicações para esta finalidade são bastante conhecidas.  Sua propriedade como refrigerante foi reconhecida em 1860 quando Ferdinand Carré criou um sistema de refrigeração, que utilizava o amoníaco como refrigerante e a água como agente de absorção. Aproximadamente uma década depois, David Byle desenvolveu um refrigerador por compressão de vapor que poderia utilizar o amoníaco. Ambas as técnicas se desenvolveram, sendo que a estrutura básica do compressor ainda é utilizada na refrigeração atual fazendo uso de amoníaco.

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MAPT e RETP na garantia da qualidade ambiental: o controle dos GEE

Representantes do Ministério do Meio Ambiente do Brasil (MMA) participam, com outros países em desenvolvimento, de seminário na Cidade do Cabo, na África do Sul, entre os dias 4 e 6 de setembro. O evento tem o apoio do World Resources Intitute (WRI), que trata de questões ambientais globais e trabalha com parceiros nos países por meio da iniciativa denominada Medição e Monitoramento de Desempenho (MAPT – Measurement and PerformanceTrack). Entre as questões ambientais globais destaca-se a responsabilidade cada vez maior de todos os países na redução de gases de efeito estufa (GEE).

O Brasil se comprometeu a realizar um conjunto de ações governamentais e setoriais visando à mitigação e a adaptação aos efeitos da mudança do clima ao aprovar a Lei 12.187/2009, que trata da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). A partir da Conferência de Copenhague, em dezembro 2009, o Brasil estabeleceu atividades prioritárias para a redução de 36,1% a 38,9% dos GEE até 2020, entre elas: a redução do desmatamento da Amazônia e do Cerrado; investimento em energia limpa; substituição da produção de carvão original de desmatamento por carvão de florestas plantadas; e a utilização do plantio indireto na agricultura.

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InterTox ministrará curso sobre Determinação de número ONU e elaboração de ficha de emergência para transporte

O transporte é uma inevitável e constante situação de exposição aos produtos químicos, para tanto, existem legislações e normas que classificam e comunicam os perigos e conseqüentes riscos destes produtos. O perigo do produto químico (número ONU) é definido com base nos critérios estabelecidos pela Resolução n°. 420 de 2004 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A comunicação desses perigos é transmitida pela Ficha de Emergência e o Envelope que, por sua vez, são documentos obrigatórios para o transporte terrestre de produtos perigosos e devem acompanhar a carga do produto durante todo o seu deslocamento. Esses documentos são normalizados pela NBR 7503 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

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Arma Química: SARIN

As armas químicas de guerra são definidas como qualquer substância química cujas propriedades tóxicas são utilizadas com a finalidade de matar, ferir ou incapacitar algum inimigo na guerra ou associado a operações militares. (Para mais detalhes ver: Riscos da utilização de Armas Químicas. Parte I – Histórico; Armas Químicas de Guerra. Parte II – Aspectos Toxicológicos)
Histórico

O sarin é um composto organofosforado, classificado como agente neurotóxico, que atua inibindo as enzimas colinesterásicas, em particular a acetilcolinesterase (AChE), a AChE eritrocitária (EC 3.1.1.7) e a AChE butirilcolinesterase (EC 3.1.1.8). Tais compostos fosforados são conhecidos como armas químicas de guerra e armas de terrorismo, e estão entre as mais mortais dentre as armas químicas de guerra. O primeiro registro de exposição a inibidores da colinesterase foi em tribos nativas da África, que utilizavam feijão-de-Calabar, cujo princípio ativo é a fisostigmina. Em 1854, foi sintetizado o primeiro composto organofoforado, o tetratilpirofosfato, e, em 1937, foi esclarecida a fórmula geral dos organofosforados e sintetizado o Sarin. 

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