Assuntos Regulatórios: Primeiro medicamento impresso em 3D é aprovado nos EUA

Depois de anos de muito estudo, a empresa farmacêutica americana Aprecia Pharmaceuticals anunciou a aprovação pelo FDA (Food and Drugs Admnistration) do seu primeiro medicamento impresso em 3D: o Spritam (levetiracetam), um comprimido solúvel indicado para o tratamento de epilepsia em crianças e adultos que sofram de algum tipo de convulsão causada pela doença. A Aprecia utilizou a tecnologia 3D ZipDose que conta com doses pré-mensuradas.

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Toxicologia ambiental: Brasil controlará uso de mercúrio no País

Esta semana o Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou o projeto que terá, até 2017, o diagnóstico preciso da situação atual do mercúrio no país, em especial um inventário de emissões e liberações. O documento trará, também, uma avaliação da infraestrutura e capacidade nacional para a gestão do mercúrio, inclusive a legislação nacional. O inventário é resultado do Projeto de Desenvolvimento da Avaliação Inicial da Convenção de Minamata sobre Mercúrio no Brasil.

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Toxicologia Ambiental: Redução de oxigênio no ar causa sonolência na população de Kalachi

Na noite do dia 26 de Julho de 2015 o programa dominical da rede Globo, Fantástico, noticiou a descoberta do mistério recorrente em Kalachi. Durante dois anos cientistas estudaram a sonolência sem motivo aparente observada em alguns cidadãos do vilarejo no norte do Cazaquistão, efeito diagnosticado principalmente em crianças e idosos.

Conforme reportagem, acreditava-se que esse surto era devido à presença da mina de urânio fechada em 1980 e ainda abandonada no vilarejo pertencente à antiga União Soviética. O urânio é um elemento químico que possui propriedade radioativa e é utilizado pela indústria bélica na fabricação de bombas atômicas.

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Porque os estudos de metaloproteina são importantes para a vida

No dia 25 de julho de 2015, o portal Ambiente Brasil, publicou uma matéria informando que pesquisadores do Brasil e do Canadá descreveram uma nova metodologia para estudar a mecânica das reações químicas catalisadas por metaloproteínas, onde foi utilizada uma metodologia que permite desenovelar apenas parcialmente a proteína sem danificar a cadeia polipeptídica.

Uma metaloproteína é uma proteína que contém um ou mais íons metálicos na sua estrutura, seja diretamente ligado à cadeia polipeptídica, seja inseridos numa molécula não proteica covalentemente ligada à cadeia polipeptídica. São moléculas com o diferencial de terem em sua estrutura de aminoácidos alguns átomos metálicos, como o ferro, por exemplo. Cerca de 30% das proteínas contém essa partícula, que apresenta como principal característica a facilidade de trocar elétrons, permitindo uma maior ocorrência de reações químicas, muitas metaloproteínas são enzimas (metaloenzimas), em particular oxidorredutases. Uma grande parte são proteínas de transferência eletrônica, servindo como meio de transporte de elétrons para outras enzimas, nelas existe uma região complementar denominada sítio ativo, que é o local onde ocorrem as reações químicas. Para que estas sejam feitas mais rapidamente, as proteínas apresentam estas estruturas em arranjo para obterem um maior controle sobre elas mesmas e as suas reações ocorridas.

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