Rotulagem GHS: Não perca o prazo!
Em 01 de dezembro de 2015 passa a vigorar no Brasil a obrigação dos rótulos de misturas de produtos químicos estarem adequados ao GHS conforme exigências da norma ABNT-NBR 14725-Parte 3.
Os produtos químicos (misturas) que forem embalados e rotulados até 30 de novembro de 2015 tem seus rótulos válidos até a data final do seu prazo de validade.
Para as substâncias o prazo para adequação já expirou e hoje, já devem possuir rotulagem de acordo com o GHS.
Toxicologia Analítica: Nova técnica de análise para identificação de agentes tóxicos no sangue e no leite materno
Um novo método de análise, chamado “one-shot”, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, permite que a identificação de retardantes de chama em amostras de sangue ou leite materno, com velocidade até cinco vezes mais rápida do que as técnicas atuais.
Assuntos Regulatórios: a polêmica da Fosfoetanolamina no tratamento do câncer
Nas últimas semanas, foi noticiado o possível uso de uma substância denominada Fosfoetanolamina no tratamento do câncer.
Foi desenvolvida por um pesquisador, docente da Universidade de São Paulo (USP), como uma substância extremamente eficiente no combate do câncer, podendo aliviar sintomas e até curar a patologia. A substância estava sendo distribuída gratuitamente aos pacientes acometidos.
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Toxicologia Ambiental: Água do ABC Paulista pode estar contaminada com metais e praguicidas
O portal de produtos perigosos noticiou os resultados das análises de água da Sabesp no ABC paulista, onde metais pesados e agrotóxicos foram detectados na água já tratada pela Estação de Tratamento de Água (ETA) Rio Grande, e que abastece as torneiras da população dos municípios de São Bernardo do Campo, Diadema e de metade de Santo André. Nas amostras analisadas, entre 2012 e 2015, a água da ETA Rio Grande foram detectados, dentre outros, glifosato (agrotóxico) e metais como cádmio, chumbo e níquel. Todos estes são produtos químicos conhecidamente tóxicos, porém o que mais preocupa é que as análises mostraram que o chumbo está 40% acima do Valor Máximo Permitido (VMP) estabelecido pela portaria 2.914:2011 do Ministério da Saúde – que trata da potabilidade da água.
Toxicologia Ambiental: Água de Florianópolis tem grande quantidade de metais pesados
De acordo com o Uol Noticias a água que abastece a Grande Florianópolis tem grandes quantidades de coliformes fecais e metais pesados prejudiciais à saúde. Foram analisadas as estações de tratamento dos rios Vargem do Braço e Cutabão, que abastecem a parte central da Ilha de Santa Catarina, o Continente e os municípios de São José, Biguaçu e Palhoça. Segundo o relatório, as amostras coletadas não respeitam os padrões determinados por lei. Há excesso de alumínio, que pode causar doenças neurodegenerativas e câncer, e de íon fluoreto, que pode causar intoxicação aguda resultando em sintomas gastrointestinais, segundo pesquisa do ambulatório de gastroenterologista do Hospital Universitário.