Toxicologia ambiental: Poluição em Pequim atinge níveis alarmantes e indústrias suspendem suas atividades

A questão da Toxicologia Ambiental volta à tona com as recentes e impactantes notícias a respeito da poluição atmosférica na China. A publicação realizada neste Portal no dia 25 de fevereiro abordou as categorias dos indicadores analisados para o ranking ambiental estabelecido pela Environmental Performance Index (EPI) e as soluções indicadas para a diminuição da poluição do ar.

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Ecotoxicologia: Óleo de cozinha, um contaminante ambiental

O óleo de cozinha está entre os principais poluidores do meio ambiente, um problema que vem se acumulando e agravando rapidamente, pois 1 litro de óleo tem capacidade de poluir de 100 a 1 milhão de litros de água.

Por ser menos denso que a água, o óleo de cozinha forma uma película sobre ela, o que provoca a retenção de sólidos, entupimentos e problemas de drenagem quando colocados em pias ou vasos sanitários, que são redes coletoras de esgoto. Para descontaminar a água, o custo é elevado – cerca de 20% do tratamento do esgoto.

Nos rios e corpos d’água, a película formada pelo óleo de cozinha dificulta a troca gasosa entre a água e a atmosfera, além da evaporação da água, o que resulta na morte de peixes e outros tipos de vida aquática.

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Paraná terá plano integrado para emergências ambientais

Em nota publicada pelo governo do estado do Paraná em 28/01/2014, um plano de ações integradas de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (P2R2), com foco principal na proteção de recursos hídricos, terá sua implantação iniciada a partir de fevereiro.

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Gerenciamento costeiro

As zonas costeiras de todo o mundo sempre foram um foco de atração para o estabelecimento humano devido a uma série de fatores envolvendo aspectos como facilidade de acesso, variedade e abundância de recursos naturais, beleza paisagística, além de oferecer portos naturais, propiciando o adensamento humano nestas áreas. O Brasil, favorecido por uma grande extensão de costa, em torno de 7.500 km, não foge a esta regra, concentrando atualmente 70% de sua população distribuída em 75% dos grandes centros urbanos.

Historicamente as pressões antrópicas na zona costeira brasileira foram apoiadas em diferentes fases econômicas. Num momento inicial, a zona costeira foi habitada por nações indígenas, que por falta de habilidades tecnológicas, eram limitadas, em seu crescimento, pelos próprios recursos naturais, interagindo, portanto, com o ambiente de uma maneira que não diferia muito daquela de qualquer outra espécie. Com isto, a modificação introduzida no ambiente natural era pequena. Com a colonização européia e a instalação de uma economia extrativista e exportadora primária, a região passou a ser ocupada por portos, principalmente em pontos onde esta vocação era natural, como baias protegidas e estuários. Neste período as forças antrópicas de modificação ambiental eram distribuídas, pois se por um lado parte da população se entregava as atividades portuárias, outra parte era obrigada a migrar para o interior em busca das riquezas exportáveis, como ouro, pedras preciosas e mais tarde, produtos agrícolas.

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Dilemas na conservação dos elefantes africanos

Mais de 80 elefantes africanos, além de inúmeros outros animais de menor porte, foram mortos por caçadores que adicionaram cianeto a fonte de água na maior reserve de caça do Zimbábue. Nove caçadores foram presos depois que funcionários do parque os rastrearam até um depósito de marfim escondido no parque.
 

Mas a tragédia não termina com a morte dos animais, estudo desenvolvido pela Universidade de Sussex e publicado no periódico The Journal Frontiers in Zoology sugere que os efeitos da matança de adultos se propaga para os indivíduos mais jovens que apresentam as habilidades de tomada de decisão dos prejudicadas pelas operações de abate comuns nas décadas de 70 e 80. A pesquisadora líder Prof Karen McComb diz que o entendimento social dos animais jovens é prejudicado pela perda de adultos da manada, e estes se tronam menos hábeis em responder adequadamente ao chamado de outros elefantes. Há forte evidência de que a perda de elefantes adultos causa nos jovens efeitos semelhantes ao estresse pós-traumático.

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