O capitalismo pode salvar o planeta! Economia de baixo impacto ambiental
Novas ferramentas financeiras, novas abordagens de mercado e bons gestores podem possibilitar que o capitalismo ajude a conservar e proteger nossas belezas naturais.
Os mais radicais adoram criticar o sistema capitalista quando se refere aos problemas ambientais – derramamento de petróleo, geração de lixo, produtos de baixa qualidade, falta de compromisso com os resíduos, falta de controle de emissões etc.
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COP 16 fecha acordo histórico para o clima
Após muita discussão, os 194 países que participaram da Convenção das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas concordam que é preciso evitar o aquecimento global em mais de 2°C, sob o risco de tornar seus efeitos catastróficos e irreversíveis.
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Japão reafirma que não quer Protocolo de Kyoto
O tema é uma das questões mais cruciais em discussão na Conferência do Clima, em Cancún. Os Estados Unidos não ratificaram o tratado e a China, como outros países em desenvolvimento, têm em alguns casos apenas metas voluntárias de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.
Em matéria circulada na imprensa eletrônica Japão reafirma que não quer Protocolo de Kyoto. Para ministro japonês Akira Yamada, embora haja pressão internacional, tratado não luta contra as mudanças climáticas.
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CMADS aprova regulamentação para Redução Certificada de Emissões do Desmatamento e Degradação
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) aprovou a regulamentação do mecanismo de Redução Certificada de Emissões do Desmatamento e Degradação. Esse mecanismo prevê a concessão de créditos de carbono aos proprietários rurais brasileiros que evitarem desmatamento e, dessa forma, reduzirem as emissões de carbono. A remuneração será por meio de créditos de carbono negociados em mercado.
O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Rebecca Garcia (PP-AM), ao Projeto de Lei 5586/09, do deputado Lupércio Ramos (PMDB-AM). “É importante o reconhecimento da necessidade da manutenção das florestas e a possibilidade de países desenvolvidos entrarem com recursos para países que estão na faixa tropical terem a possibilidade de manterem essas florestas”, destaca Rebecca Garcia.
Gestão Integrada de Resíduos Sólidos: perspectiva para o aproveitamento energético no Estado de São Paulo
Com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (instituída por meio da Lei Federal 12.305) e as diretrizes para implementação de uma Gestão Integrada de Resíduos Sólidos sob a premissa do desenvolvimento sustentável, uma série de alternativas para a destinação final ambientalmente adequada se apresentam para a discussão na sociedade.