Gerenciamento costeiro

As zonas costeiras de todo o mundo sempre foram um foco de atração para o estabelecimento humano devido a uma série de fatores envolvendo aspectos como facilidade de acesso, variedade e abundância de recursos naturais, beleza paisagística, além de oferecer portos naturais, propiciando o adensamento humano nestas áreas. O Brasil, favorecido por uma grande extensão de costa, em torno de 7.500 km, não foge a esta regra, concentrando atualmente 70% de sua população distribuída em 75% dos grandes centros urbanos.

Historicamente as pressões antrópicas na zona costeira brasileira foram apoiadas em diferentes fases econômicas. Num momento inicial, a zona costeira foi habitada por nações indígenas, que por falta de habilidades tecnológicas, eram limitadas, em seu crescimento, pelos próprios recursos naturais, interagindo, portanto, com o ambiente de uma maneira que não diferia muito daquela de qualquer outra espécie. Com isto, a modificação introduzida no ambiente natural era pequena. Com a colonização européia e a instalação de uma economia extrativista e exportadora primária, a região passou a ser ocupada por portos, principalmente em pontos onde esta vocação era natural, como baias protegidas e estuários. Neste período as forças antrópicas de modificação ambiental eram distribuídas, pois se por um lado parte da população se entregava as atividades portuárias, outra parte era obrigada a migrar para o interior em busca das riquezas exportáveis, como ouro, pedras preciosas e mais tarde, produtos agrícolas.

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Seminário Contaminantes Emergentes em Sistemas Hídricos

Novas pesquisas indicam a presença de alguns compostos em corpos de água, como fármacos, hormônios, plastificantes, produtos de higiene pessoal, dentre outros, formam uma nova classe de contaminantes que podem representar um risco ambiental ainda não apropriadamente equacionado. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, CETESB, propõe um debate com especialistas para estar preparado para este novo desafio.

O seminário de se realizara no auditório da CETESB, Av. professor Frederico Hermann Jr., 345, Alto de Pinheiros, no dia 25 de novembro próximo das 8:00 as 18:00 horas.

Venha participar! As inscrições são gratuitas.

Mais informações

http://www.hidroplan.com.br/

Alerta: Cádmio em bijuterias

Em reportagem sobre Bijuterias Venenosas no programa Fantástico (Rede Globo), divulgada no último domingo, 17, foi feito alerta para os perigos de intoxicação por cádmio, devido a contaminação de bijuterias provenientes da China. Mas afinal, o que é o cádmio e quais os riscos à saúde humana?

O cádmio é um metal de coloração branco acinzentada, que pode apresentar-se também na cor prata esbranquiçado, azulado ou metálico. Em temperatura ambiente, o metal é dúctil e apresenta consistência mole. Foi isolado pela primeira vez em 1817 do minério calamina (cadmia), rico em carbonato de zinco. Inicialmente era conhecido como cadmium fornacum e flores de zinco por se formar nas paredes dos fornos de fundição de zinco.

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Dilemas na conservação dos elefantes africanos

Mais de 80 elefantes africanos, além de inúmeros outros animais de menor porte, foram mortos por caçadores que adicionaram cianeto a fonte de água na maior reserve de caça do Zimbábue. Nove caçadores foram presos depois que funcionários do parque os rastrearam até um depósito de marfim escondido no parque.
 

Mas a tragédia não termina com a morte dos animais, estudo desenvolvido pela Universidade de Sussex e publicado no periódico The Journal Frontiers in Zoology sugere que os efeitos da matança de adultos se propaga para os indivíduos mais jovens que apresentam as habilidades de tomada de decisão dos prejudicadas pelas operações de abate comuns nas décadas de 70 e 80. A pesquisadora líder Prof Karen McComb diz que o entendimento social dos animais jovens é prejudicado pela perda de adultos da manada, e estes se tronam menos hábeis em responder adequadamente ao chamado de outros elefantes. Há forte evidência de que a perda de elefantes adultos causa nos jovens efeitos semelhantes ao estresse pós-traumático.

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Intertox realiza treinamento sobre Resíduos Perigosos, classificação e elaboração da FDSR (NBR 16725)

Nos dias 30 e 31 de outubro realizou-se no Conselho Regional de Química – IV Região, São Paulo, a 9ª edição do treinamento sobre “Resíduos perigosos: classificação (ABNT-NBR 10004 e transporte) e elaboração de Ficha com Dados de Segurança de Resíduos químicos (FDSR) e rotulagem (ABNT-NBR 16725)” ministrado pelo diretor técnico da Intertox, Fabriciano Pinheiro, e pela analista de gerenciamento de risco toxicológico, Thamiris Burgueno.

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