A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para a ameaça de doenças na Síria

A OMS avisa que surtos de doenças relacionadas à água – especialmente hepatite, tifo, cólera e disenteria – são inevitáveis em face da crítica situação do sistema de saúde sírio.
Os casos de diarréia e hepatite A mais do que dobraram desde Janeiro e surtos de sarampo e tifo já vem sendo registrados.

De acordo com a OMS pelo menos 35% dos hospitais públicos estão desativados e em algumas áreas mais de 70% da força de trabalho da saúde fugiu.

Cerca de 4.25 milhões de sírios abandonaram suas casas e estão vivendo em condições de superlotação e insalubridade, em relação principalmente ao fornecimento de água potável e saneamento adequado. Assim todos os fatores de risco que aumentam as chances de contaminação por doenças transmissíveis em emergências estão presentes na atual situação síria.

O reaparecimento de sarampo na Síria, Segundo a OMS, está ligado a impossibilidade de promover as campanhas regulares de vacinação. O numero confirmado de casos desde Janeiro chegou a 139, aumento alarmante quando comparado a ausência de casos nos anos anteriores. Foram reportados também casos de tuberculose e leishmaniose entre Sírios refugiados na Jordânia, Líbano, Iraque e Turquia.

A OMS avisa que a situação se deteriorará ainda mais se fortes medidas preventivas e de controle não forem implantadas.

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