Possível uso de armas químicas na Síria
Em notícia publicada pela Revista Veja na manhã de quinta-feira (22), mais de 1.000 pessoas morreram devido a um possível ataque do governo Sírio com arma química em regiões da periferia de Damasco, Síria. O número de vítimas ainda não foi confirmado. O governo dos EUA, França e Inglaterra solicitaram a ONU uma investigação urgente para confirmar o possível ataque.
Segundo relato de ativistas foram lançados foguetes contendo agentes químicos sob a população civil, os relatos informam que diversas crianças e mulheres foram atingidas, o possível ataque ocorreu nos subúrbios de Damasco, Ain Tarma, Zamalka e Jobar durante a madrugada de quarta-feira (21) pelas tropas do governo sírio.
Invasão do caramujo gigante africano: perigos para o ambiente e a saúde humana.
O caramujo gigante africano Achatina fulica exemplifica um caso de invasão biológica atual e comum ao Brasil, e a vários outros países da América do Sul e Central chegando a atingir, em 2011, o estado americano da Flórida. O caramujo chega à maturidade em um ano podendo produzir cerca de 200 a 300 ovos por mês, aliado ao elevado potencial reprodutivo, o grande porte dos adultos, a sua rusticidade e o comportamento alimentar generalista da espécie favorece a adaptação e a colonização em diferentes ambientes. O molusco é considerado uma das cem piores espécies exóticas invasoras do planeta segundo lista publicada pela International Union for Conservation of Nature (http://www.iucn.org/)
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Etanol de segunda geração
Foi desenvolvido em uma multinacional com sede em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, o etanol a partir da celulose dos bagaços de cana, milho e eucalipto. Além do álcool e da gasolina, surge o etanol de segunda geração, que está sendo produzido para colaborar com o meio ambiente, ser mais barato e com eficiência semelhante ao etanol comum, como explicam os pesquisadores.
Mundo bateu recorde de emissões de gases do efeito estufa em 2012
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) divulgou em relatório, revisado por outras autoridades científicas, que o mundo bateu o recorde de emissões de gases do efeito estufa, particularmente o CO2. Na primavera de 2012, pela primeira vez, a concentração de CO2 atmosférico excedeu as 400 partes por milhão (ppm) em sete das 13 estações de observação do Ártico. A média global de dióxido de carbono alcançou 392,6 ppm, um aumento de 2,1 ppm com relação a 2011.
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Pesquisas alertam para o impacto do degelo do permafrost Ártico na economia global
Os cientistas se preocupam há vários anos com o impacto no permafrost (água subterrânea permanentemente congelada) causado pelo aumento global de temperatura, pois uma grande quantidade de metano está concentrada nos solos gelados das tundras.
Em estudo publicado na Revista Nature, pesquisadores estabelecem um custo econômico referente ao dano climático que as emissões de metano, poderoso gás de efeito estufa, poderiam causar. Usando um modelo econômico, semelhante ao usado por Stern (2006 no relatório “Review of the economics of climate change”), o impacto da liberação de 50 giga toneladas de metano no período de uma década foi analisado. Estimou-se que os efeitos climáticos da liberação do gás custariam 60 trilhões de dólares, e trariam episódios de enchentes, aumento do nível dos mares, prejuízos à agricultura e à saúde humana. O estudo alerta que os impactos seriam mais sentidos pelos países em desenvolvimento, mais vulneráveis aos danos e catástrofes associados ao aumento global das temperaturas.
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