Jardins urbanos e a pegada de carbono

Quando o assunto é redução da pegada e carbono, muitas pessoas não precisam olhar além do jardim de suas próprias casas. Segundo um estudo publicado em abril de 2013 na revista Soil Science Society of America Journal conclui que  o solo sobre o qual se encontram os gramados bem cuidados jardins das nossas casas bombeiam quantidades surpreendentes de gás carbono, maiores  inclusive que as bombeadas pelas terras de agricultura Pesquisadores da Pensilvânia mediram semanalmente as emissões de Carbono de gramados residenciais e de campos de trigo comerciais e concluíram que as emissões de Carbono em solos gramados era duas vezes maior do que aquelas em solo com trigo. O Carbono se deposita no solo por intermédio da morte da vegetação. Quando o processo de decomposição da vegetação morta se inicia o carbono é liberado para a atmosfera como dióxido de carbono, gás que contribui para as mudanças climáticas.

Os pesquisadores alertam que a umidade juntamente com temperaturas mais altas aumenta a liberação de carbono do solo e que os resultados da pesquisa, em parte, se devem ao aumento da temperatura do solo nos centros urbanos e não ao gramado propriamente dito.  Solo mais quente é uma conseqüência inevitável do desenvolvimento urbano e pouco se pode fazer quanto a isso. Entretanto, árvores e outras vegetações arbustivas removem o gás carbônico da atmosfera e, portanto um jardim luxuriante seria uma boa maneira de se conseguir um jardim neutro em emissões de carbono.

REFERÊNCIAS, NOTAS OU LINKS

http://news.sciencemag.org/sciencenow/scienceshots/

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