Porque os estudos de metaloproteina são importantes para a vida
No dia 25 de julho de 2015, o portal Ambiente Brasil, publicou uma matéria informando que pesquisadores do Brasil e do Canadá descreveram uma nova metodologia para estudar a mecânica das reações químicas catalisadas por metaloproteínas, onde foi utilizada uma metodologia que permite desenovelar apenas parcialmente a proteína sem danificar a cadeia polipeptídica.
Uma metaloproteína é uma proteína que contém um ou mais íons metálicos na sua estrutura, seja diretamente ligado à cadeia polipeptídica, seja inseridos numa molécula não proteica covalentemente ligada à cadeia polipeptídica. São moléculas com o diferencial de terem em sua estrutura de aminoácidos alguns átomos metálicos, como o ferro, por exemplo. Cerca de 30% das proteínas contém essa partícula, que apresenta como principal característica a facilidade de trocar elétrons, permitindo uma maior ocorrência de reações químicas, muitas metaloproteínas são enzimas (metaloenzimas), em particular oxidorredutases. Uma grande parte são proteínas de transferência eletrônica, servindo como meio de transporte de elétrons para outras enzimas, nelas existe uma região complementar denominada sítio ativo, que é o local onde ocorrem as reações químicas. Para que estas sejam feitas mais rapidamente, as proteínas apresentam estas estruturas em arranjo para obterem um maior controle sobre elas mesmas e as suas reações ocorridas.
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