A Instrução Normativa n⁰ 06, de 15 de março de 2013, atualiza regulamentações sobre o CTF/APP. Até então regulamentado pela IN n⁰ 31/2009.
A IN traz em seu Anexo I uma nova lista de atividades potencialmente poluidoras, a qual substitui a do Anexo II da IN 31/2009. Com esta publicação, os campos de cadastramento nos formulários eletrônicos foram reformulados, com o intuito de facilitar a interface usuário e sistema. Além de instrumentos de tecnologia da informação que coíbem situações de inscrições incompletas ou falsas.
Leia mais:Nova Instrução Normativa do IBAMA regulamenta o Cadastro Técnico Federal de Atividades...Um dos mais debatidos tópicos em ciência é a questão do uso de animais em pesquisas científicas. Pesquisadores desenvolvem experimentos com animais por várias razões. Estes incluem as pesquisas que exploram o funcionamento dos organismos, as investigações de tratamentos potenciais para diferentes tipos de doenças e os testes para o controle de qualidade e segurança de novas drogas, equipamentos e produtos.
Os defensores da utilização de animais em testes laboratoriais costumam declamar a longa lista de avanços médicos que se tornaram possíveis pela participação de animais no desenvolvimento das pesquisas. Opositores acreditam que o uso de animais em pesquisas é cruel e sem sentido, já que alegam que as observações realizadas em animais frequentemente não são aplicáveis diretamente aos homens.
Leia mais:O uso de animais em experimentos laboratoriais irá terminar algum dia?A OMS avisa que surtos de doenças relacionadas à água – especialmente hepatite, tifo, cólera e disenteria – são inevitáveis em face da crítica situação do sistema de saúde sírio.
Os casos de diarréia e hepatite A mais do que dobraram desde Janeiro e surtos de sarampo e tifo já vem sendo registrados.
De acordo com a OMS pelo menos 35% dos hospitais públicos estão desativados e em algumas áreas mais de 70% da força de trabalho da saúde fugiu.
Um artigo publicado na revista Proceedings of the Royal Society B por um grupo de pesquisadores escoceses da Universidade de Glasgow e alemães do Instituto de Ornitologia Max Planck, estabeleceu diferenças entre o ritmo circadiano de pássaros melro de áreas urbanas e rurais e conclui que morar em cidades pode constituir um grande impacto no funcionamento regular do relógio biológico de homens e animais.
Leia mais:O relógio biológico é acelerado em ambiente urbanoQuando o assunto é redução da pegada e carbono, muitas pessoas não precisam olhar além do jardim de suas próprias casas. Segundo um estudo publicado em abril de 2013 na revista Soil Science Society of America Journal conclui que o solo sobre o qual se encontram os gramados bem cuidados jardins das nossas casas bombeiam quantidades surpreendentes de gás carbono, maiores inclusive que as bombeadas pelas terras de agricultura Pesquisadores da Pensilvânia mediram semanalmente as emissões de Carbono de gramados residenciais e de campos de trigo comerciais e concluíram que as emissões de Carbono em solos gramados era duas vezes maior do que aquelas em solo com trigo. O Carbono se deposita no solo por intermédio da morte da vegetação. Quando o processo de decomposição da vegetação morta se inicia o carbono é liberado para a atmosfera como dióxido de carbono, gás que contribui para as mudanças climáticas.
Leia mais:Jardins urbanos e a pegada de carbonoPor conta do vazamento de combustível marítimo do píer do Terminal Almirante Barroso (Tebar), na sexta-feira dia 5 de abril, uma mancha de óleo atingiu 11 praias, dos municípios de São Sebastião e Caraguatatuba. O óleo vazado no mar foi na direção norte do litoral paulista e atingiu as praias de Pontal da Cruz, Deserta, Cigarras, Arrastão, Ponta do Arpoador, Porto Grande e Prainha, no município de São Sebastião chegando até as praias de Massaguaçu, Cocanha, Capricórnio e Mococa, no município de Caraguatatuba. Uma equipe de emergência realizou prontamente os trabalhos de contenção e remoção do óleo que vazou por uma válvula no sistema do oleoduto, um combustível de navio denominado MF-320.
Leia mais:Avaliação do risco ecotoxicológico em vazamento de combustível marítimo no píer do Terminal...O Protocolo de Nagoya sobre Acesso a Recursos Genéticos e a Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Advindos de sua Utilização (ABS) é um acordo complementar à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). Ele oferece uma estrutura legal transparente para a implantação efetiva de um dos principais objetivos da CBD: a repartição justa e equitativa de benefícios advindos da utilização de recursos genéticos. Foi adotado em Nagoya, Japão em Janeiro de 2012, depois de seis anos de negociações e está agora em fase de ratificação.
Leia mais:Protocolo de NagoyaPor décadas a biologia da conservação se baseando no conceito de população viável mínima - menor tamanho de população isolada com alta probabilidade (>90%) de persistir nos próximos 100 anos - tem evitado a aplicação de recursos em populações muito pequenas e fragmentadas já que os fundos disponíveis para a Conservação são limitados. Os estudos de viabilidade populacional permitem fazer uma triagem entre as espécies mais ameaçadas de extinção, de modo a que se invistam todos os esforços naquelas que têm maior probabilidade de sobreviver atingindo a dimensão padrão da população mínima viável.
Leia mais:Biologia da Conservação – o conceito de população viável mínimaEnormes depósitos de metais valiosos dispostos em nódulos nos fundos oceânicos ao sul do Havaí e oeste do México foram encontrados por empresa britânica que promoverá uma expedição científica ainda este ano no verão europeu para avaliação do impacto ambiental potencial de operações mineração na área.
Leia mais:Exploração de recursos minerais oceânicosDepois de trinta anos do primeiro inventário florestal nacional, o governo brasileiro anunciou que deve fazer um levantamento detalhado sobre suas florestas. O primeiro e único Inventário Florestal Nacional do país é da década de 1980, e teve como principal foco o monitoramento dos estoques de madeira das florestas. O plano atual é coletar informações sobre tipos de árvores existentes, qualidade dos solos, áreas degradadas e estoque de biomassa.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, destacou que o novo documento será mais amplo e comprometido com a sustentabilidade. “O objetivo é gerar uma lógica de exploração sustentável, com emprego, desenvolvimento regional e proteção ambiental.”
Leia mais:Brasil terá novo Inventário Florestal até 2016
Nos últimos milhões de anos, o clima da Terra se alterna entre as eras glacias (de expansão da calota), que duram aproximadamente cem mil anos, e os períodos interglaciais (de retração do gelo), que variam entre 10 mil e 15 mil anos. Atualmente, a Terra está no período Flandrian, ou seja, enfrenta uma onda de aquecimento global.
O período interglacial que antecedeu o atual foi o Eemian, entre 130.000 e 115.000 anos atrás. Nesse período, segundo Robert Delmas, diretor do Laboratório de Glaciologia e Geofísica do Meio Ambiente de Grenoble, na França, “Em apenas alguns decênios, por motivos desconhecidos, a temperatura despencou nada menos que 14°C em média e em seguida, e com a mesma rapidez, as condições voltaram ao normal.”
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O futuro do urso polar é incerto devido ao "aquecimento acelerado do Ártico", alertou no dia 17 de Janeiro, o braço canadense da organização ambientalista Fundo Mundial para a Natureza (WWF). A organização declarou 2013 o "Ano internacional do urso polar", lembrando que ele marca o 40º aniversário do Acordo para a Preservação da espécie, firmada pelos cinco países que abrigam populações de ursos polares, entre eles o Canadá. O Canadá abriga 60% dos 20.000 a 25.000 ursos polares do planeta. Os outros países signatários do acordo são Dinamarca, Estados Unidos, Noruega e Rússia.