Data Recoveryforex trading

Artigos

Gestão Editorial

 

Revista InterTox de Toxicologia, Risco Ambiental e Sociedade

1) Gestão Editorial

   1.1) Composição e Responsabilidades do Corpo Editorial

EDITOR CIENTÍFICO (2009-2011)

Responsável pela implementação da política e gestão editorial científica, do conteúdo e da forma, e da qualidade e da periodicidade da revista. Atua na seleção prévia de originais encaminhados para publicação, na distribuição entre os conselheiros/pareceristas, na avaliação em função dos pareceres emitidos e no encaminhamento para revisão de acordo com as normas e eventual publicação. Propõe a agenda de trabalho e coordena as reuniões do Comitê Científico e articula as ações do Conselho Editorial.

Irene Videira Lima
Doutora em Toxicologia (USP), Perita Criminal Toxicologista do IML/SP por 22 anos.


COMITÊ CIENTÍFICO (2009-2011)

Responsável pela definição da Política Editorial e pela proposição de melhorias nos aspectos técnicos e científicos da revista. Deve assegurar a credibilidade dos procedimentos editoriais adotados e assumir a responsabilidade científica da revista. Deve indicar o Editor Científico, seu membro natural. Suas atribuições são de caráter diretivo, com a definição e elaboração da Missão e da Política Editorial da revista. Edições especiais e outros eventos deverão ser discutidos e definidos por esta instância. É sua atribuição discutir e desenvolver regulamentos próprios para assuntos variados como: normas e formatação de artigos; critérios de avaliação e aceite de textos para publicação; política de circulação; aceite de novos grupos de pesquisa para participar do comitê; aprovação do orçamento; credenciamento de revisores e pareceristas; definição de política de circulação e assinaturas, entre outras matérias.

Irene Videira Lima
Doutora em Toxicologia (USP), Perita Criminal Toxicologista do IML/SP por 22 anos.

Marcus E M da Matta
Doutorando em Ciência pela Faculdade de Medicina USP. Especialista em Gestão Ambiental USP.
Turismólogo e graduando em Engenharia Ambiental.

Moysés Chasin
Farmacêutico-bioquímico pela UNESP/SP especializado em Laboratório de Análises Clínicas e Toxicológicas e de Saúde Pública. Ex-Perito Criminal Toxicologista de classe especial e Diretor no Serviço Técnico de Toxicologia Forense do Instituto Médico Legal da SSP/São Paulo. Diretor executivo da InterTox desde 1999.

Ricardo Baroud
Famacêutico-Bioquímico Toxicólogo, Editor Científico da PLURAIS Revista Multidisciplinar da UNEB e da TECBAHIA Revista Baiana de Tecnologia.


CONSELHO EDITORIAL CIENTÍFICO (2009-2011)

Responsável pelo processo avaliação da qualidade científica e emissão de pareceres pela aceitação ou não da publicação dos trabalhos submetidos à revista. Manifesta-se também em assuntos relevantes como a consistência da política editorial e das publicações, sua qualidade e também sobre as questões éticas pertinentes à gestão editorial. Cada membro assume também a função de “ouvidor” da comunidade científica atuante na área, garantindo a credibilidade acadêmica e a postura ética.

Alice Chasin
Doutora em Toxicologia (USP), ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Toxicologia.

Eduardo Athayde
Coordenador no Brasil do WWI – World Watch Institute.

Eustáquio Linhares Borges
Mestre em Toxicologia (USP), ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Toxicologia, ex-Professor Adjunto de Toxicologia da UFBA.

Fausto Antonio de Azevedo
Mestre em Toxicologia USP, ex-Diretor Geral do Centro de Recursos Ambientais do CRA-BA, ex-Presidente do CEPED-BA, ex-Subsecretário do Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia.

João S. Furtado
Doutor em Ciências (USP), Pós-doutorado (Universidade da Carolina do Norte, Chapel Hill, NC, EUA).

Sylvio de Queiroz Mattoso
Doutor em Engenharia (USP), ex-Presidente do CEPED-BA.


     1.2) Avaliadores Ad Hoc

Constituído por profissionais e/ou pesquisadores qualificados em cada área da linha editorial da revista, que possuam seu curriculum vitae na Plataforma Lattes, a fim de que o processo seja o mais aberto possível. Os avaliadores devem fazer seus comentários de maneira confidencial, e suas críticas devem estar disponíveis somente para o editor e o autor. O avaliador deve ser permanecer no anonimato, assim como, o nome do autor a ser avaliado e a identificação de sua instituição de origem devem ser omitidos. Esse procedimento é conhecido por sistema duplo-cego (double blind review).